Gabriela Tamura
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Uma evidência positiva de inovação no Judiciário Cearense

O pessoal do TJCE provou que sim <3

Uma evidência positiva de inovação no Judiciário Cearense

O mundo mudou e com ele nossa forma de entregar os serviços. Antes da pandemia a gente insistia que precisava estar presente para ajudar as instituições na missão de serem mais inovadoras e agora, durante a crise, aceitamos o desafio de transformar a entrega do nossos serviços.

A resposta dos servidores neste novo cenário tem sido surpreendente. A participação colaborativa nas oficinas remotas tem sido tão boa quanto era nas presenciais (alguns dizem, até melhor).

A facilitação presencial envolve a transmissão de muitos sinais (visuais, táteis, olfativos) que podem se perder completamente em um encontro online, no Google Meet, Zoom e etc…

Facilitar um trabalho na área de inovação no setor público, que envolve simultaneamente aprendizado (com pessoas que nunca ouviram “design thinking”) e construção (com profissionais públicos que querem entregar mais e melhor), é muito, muito diferente de realizar uma simples “live”.

O trabalho da WeGov ao longo dos últimos anos nos levou ao Tribunal de Justiça do Ceará. Tivemos a sorte de encontrar uma turma maravilhosa, pronta para ampliar e ajudar a construir a inovação no Judiciário Cearense!

Inovação no Judiciário Cearense

Neste post, incluímos o texto publicado no Portal do Tribunal, com alguns depoimentos sobre o trabalho que realizamos, nos dias 20, 22 e 24 de julho de 2020, durante Oficina “Let’s Gov – Fazendo a inovação acontecer”. Servidores e magistrados do Tribunal de Justiça do Ceará puderam colaborar e construir juntos os primeiros passos do Laboratório de Inovação da instituição. Um dos participantes, Welkey Costa, registrou os aprendizados visualmente.

Vida longa ao Lab do TJCE 🙂

#HubJus #LetsGov #InovacaoNoJudiciário #PoderJudiciário #Inovação #LaboratóriosDeInovação

Depoimentos

Leia o texto na íntegra: https://bit.ly/TJCELets

Foi finalizada nesta sexta-feira (24/07), a oficina online para definir os conceitos, o formato e a atuação do Laboratório de Inovação do Judiciário cearense. Após oito horas de conteúdo, magistrados e servidores de áreas estratégicas do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) destacam o que aprenderam e explicam como funcionará o novo ambiente de desenvolvimento de ideias. O grupo será responsável por desenvolver uma cultura permanente de inovação na Justiça estadual.

“O filósofo Immanuel Kant diz que o conhecimento humano começou com intuições, passou aos conceitos e terminou com ideias. Acho que estamos acostumados a ficar nessa questão da intuição e esquecemos de colocá-la em números e dados para depois extrair ideias que podem ser propagadas.

A oficina vem com o intuito de juntar diversas cabeças pensantes, pessoas de nichos diferentes, e isso faz com que a gente possa agregar um conhecimento muito maior. Profissionalmente falando me leva a transformar essa intuição em ideias palpáveis, que possam efetivamente ser colocadas em prática e disseminadas para mais colegas. Pelo lado pessoal, acho que todo aprendizado traz uma motivação, um grande benefício pra nossa vida”, ressalta a juíza Samara Almeida Cabral, titular do 2º Juizado Especial da Comarca de Juazeiro do Norte.

A magistrada cita outro pensador, o psicoterapeuta Bert Hellinger, para definir a função dos participantes da oficina no Laboratório de Inovação do TJCE. “Hellinger diz que as pessoas inovadoras, motivadas, que querem mudanças, têm que ser tal qual um fermento de bolo. Nas receitas você tem grandes quantidades de outros ingredientes e uma colher muito pequena de fermento, mas é ela que faz o bolo crescer.

Acho que o Laboratório e a missão dos participantes da oficina é exatamente ser esse fermento dentro do Tribunal. Fazer crescer as boas ideias que surgirão dentro do Laboratório. Tem que ser um processo cauteloso. Não podemos passar por cima dos códigos e das leis, temos que atrelar isso à inovação. O desafio é conseguir consolidar o novo com o tradicional. O Laboratório vai ter forte função nisso e eu estou disposta a ajudar”.

Para a juíza Ana Cristina Esmeraldo, diretora do Fórum Clóvis Beviláqua, “o exercício do trabalho em ambiente colaborativo e sem amarras ao pensamento é um enorme ganho para qualquer profissional. E estar em contato com outras pessoas de mente criativa, receptivas a ideias, com formação e habilidades diferentes da sua, estimula o seu pensamento, amplia o horizonte do alcance de suas atividades e faz circular e renovar o entusiasmo pela realização de algo positivo para o bem coletivo.

Entendo que o que vem a ser inovador para o Judiciário torna-se para nós, que fazemos parte desse Judiciário, desafiador e faz com que renovemos nosso aprendizado, ampliemos o conhecimento do novo e olhemos para o futuro sem sustos ou incompreensões”.

A diretora do Fórum da Capital cearense explica como deve ser feita a propagação da cultura de inovação no TJCE: “Penso que essa missão de difusão da inovação há de ser cumprida com senso apurado de dever de comunicação clara, com transparência e simplicidade, e, especialmente, com a construção de exemplos na nossa prática diária, através da proposta de serviços ágeis e eficientes para o cidadão”.

Também participante da oficina, a juíza Kathleen Nicola Kilian, titular da 1ª Vara da Comarca de Quixeramobim, enaltece os conceitos que o novo ambiente de fomento de ideias terá. “O laboratório reforça a cultura da inovação no Poder Judiciário cearense, utilizando o entusiasmo, a criatividade e a inclusão como ferramentas para a construção de novas soluções”.

Diretrizes e Identidade

Segundo o Gerente de Desenvolvimento Organizacional do TJCE, Welkey Costa do Carmo, a oficina foi além de gerar conhecimento, visando construir a carta de serviços do Laboratório de Inovação do Tribunal.

“Juntos, definimos diretrizes, encontramos a identidade do Laboratório e vamos definir que serviços ele deve prestar. A consultoria usa técnicas muito engrandecedoras, relacionadas à participação colaborativa e ao estímulo do pensamento criativo, agregando valores profissionais e pessoais, pois podemos aproveitar isso em diversos campos. O laboratório vai se colocar no papel de difusor, promotor e mantenedor dessa cultura de inovação dentro do Tribunal. Promover mudanças no Judiciário é desafiador, portanto é uma responsabilidade muito grande, que encaramos com seriedade, sob a perspectiva de termos êxito, com muitos resultados positivos para a sociedade”.

Welkey Costa do Carmo – Gerente de Desenvolvimento Organizacional do TJCE

“A oficina me trouxe uma visão mais ampla sobre os Laboratórios de Inovação, além de ter e estar me ajudando a entender e enxergar melhor como a inovação será aplicada dentro do serviço público”, relata Luana Lima, diretora-geral da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ). A servidora se diz motivada em saber que a criatividade será exercitada de forma livre no Laboratório do TJCE. “Teremos troca de ideias e conhecimento das mais diversas áreas possíveis, com o mesmo objetivo, que é o de encontrar e desenvolver metodologias para soluções de problemas, gestão de conhecimento, dentre outros.

Estou bem entusiasmada com esse novo projeto, acho que a responsabilidade de todos é muito grande, mas este será um ambiente que nos permitirá tentar, errar, acertar e apresentar a melhor solução para fazer com que tenhamos um Judiciário inovador”.

Na opinião de Felipe Mourão, gerente do Núcleo de Apoio à Gestão do 1º Grau do Judiciário cearense, com foco nos usuários, as mudanças que virão no TJCE serão benéficas sobretudo para a população. “Com o Laboratório, o Tribunal de Justiça ganha um ambiente para inovar na solução de problemas enfrentados pelo Sistema de Justiça. Assim, por meio da utilização de ferramentas colaborativas e centradas no usuário, a gente espera impactar positivamente a sociedade”.


Quer levar a Let’s Gov para a sua instituição? Entre em contato com a gente <3

Por Gabriela Tamura

Fundadora e Diretora de Negócios da WeGov. Administradora Pública graduada pela Universidade do Estado de Santa Catarina, Pós-graduada em Gestão Pública pela Universidade Aberta do Brasil. Resiliente de plantão começou seu relacionamento com o setor público há 12 anos. Conhece bem a realidade do governo e resolveu ajudar.
Foi agraciada com a medalha do Exército Brasileiro em função dos serviços prestados à Nação pela WeGov.

O Redes WeGov na perspectiva da organização

O Redes WeGov é um evento anual de Comunicação e Tecnologia no Setor Público que acontece desde 2012. Para quem já acompanha a trajetória do evento, nenhuma novidade. Sempre me lembro da Gabi Tamura, diretora da WeGov, falando como a primeira edição do evento foi um fracasso de sucesso:

”Fracasso, pois não consegui chegar ao objetivo de saber mais sobre como lidar com a comunicação pública digital. Sucesso pois foi a partir de então que começamos a construir nossa comunidade que hoje já conta com quase cinco mil “Social Media Gov” – termo criado por nós da WeGov para nomear estes novos profissionais que surgiram em decorrência da era virtual”.

De lá pra cá o evento foi tomando corpo, ampliando a comunidade e se tornando um dos eventos mais esperados do ano para o setor público. Não é a toa que quando fui incumbida da tarefa de coordenar a 8ª edição do Redes WeGov eu tenha sentido o peso da responsabilidade.

Em 2012, mesmo ano da 1ª edição do evento, eu estava decidindo em qual curso/faculdade ingressar. Comunicação e Setor Público eram temas distantes de mim. Até eu entrar na WeGov, em Agosto de 2017, eu nunca havia tido contato com o Redes e com qualquer integrante da comunidade.

Eu no Redes

Foi somente em 2018, já na 7ª edição do Redes, que eu entendi o que, de fato, o evento era sobre: conexão, cumplicidade e confiança. Os grandes nomes da comunicação no setor público, as dinâmicas de interação, os temas e conteúdos eram o essencial. Mas foi na conexão entre os participantes, na cumplicidade entre os Social Media Govers de compartilhar experiências entre si e na atmosfera de confiança que pairava no ar que eu entendi o quão especial é o Redes WeGov.

Despertar todos esses sentimentos não era tarefa fácil. E, de fato, não foi. Nós sabíamos que 2019 deveria ser uma edição de peso, que todo esse ambiente de confiança precisava ser criado novamente, dadas as circunstâncias da comunicação pública no Brasil.

Redes WeGov conexão
Ana Guerrini, da 99, falando sobre políticas públicas

E posso afirmar, seguramente, de que entregamos a melhor edição do Redes WeGov. O André, diretor da WeGov, brincou que conseguimos falar sobre política, futebol, religião e gênero e continuarmos todos amigos. Mas isso de nada foi uma brincadeira. De fato trouxemos esses temas de uma forma importante e relevante para o debate hoje em dia. Pessoalmente falando, aprendi muito nesses dois dias. Quem diria que no mesmo evento eu ouviria sobre o clube Chapecoense, sobre comunicação feminista, sobre o Papa e sobre as eleições de 2018?! E tudo isso conectado a um mesmo propósito: transformar a comunicação pública brasileira.

Os grandes nomes da comunicação no setor público que palestraram, as dinâmicas interativas, os temas e conteúdos foram extremamente relevantes para facilitar e inspirar o trabalho de comunicadores públicos – e o meu trabalho! – no Brasil. Isso, por si só, já teria tornado deste evento a melhor de suas edições.

Mas foi a conexão entre os participantes com os palestrantes, a cumplicidade entre todos de falar abertamente e a confiança de que todos estavam ali por um objetivo em comum que elevou o Redes WeGov a um nível mais que especial. E que deixou, em mim, uma marca inesquecível.

Obrigada a todos e todas que estiveram conosco, compartilhando essa experiência, nos dias 25 e 26 de abril de 2019, em Florianópolis <3

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

O 8º Redes WeGov aconteceu nos dias 25 e 26 de Abril de 2019

Primeiramente, gostaria de compartilhar que não atuo na área de comunicação social da minha instituição pública. Apesar de ser fotógrafo com DRT e tudo, minha área na administração pública é outra.

Mas então, o que uma pessoa que não atua na comunicação governamental estava fazendo no Redes Wegov? Bom, por isso que o evento tem esse nome… redes. “Nenhum homem é uma ilha”, já dizia John Donne, poeta inglês e pastor anglicano que viveu boa parte da sua vida na pobreza. E assim, navegando na onda da inovação, fui “queridamente” convidado a participar do evento.


Então, e onde entram os milagres?

Se você estava lá, presenciou a palestra de uma pessoa que viveu um milagre. O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, contou com detalhes o ocorrido no final de novembro de 2016 referente ao acidente com o avião da equipe da Chapecoense. Ele participou ativamente das homenagens e repatriação das vítimas desse desastre aéreo. Sim, Buligon viveu o milagre de não ter ido para Medellin por conta das várias mensagens de sua esposa Lucia pedindo para que ele não viajasse.

Prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, conta como foi lidar com a comunicação da tragédia da Chapecoense.

Depois dessa avalanche de emoções, vivenciamos as tendências do twitter, a rede social mais utilizada por governantes devido a sua credibilidade e alcance. Fernando Gallo foi o responsável por nos apresentar os milagres que produzem um tweet. Passando ao TSE, Rakell, que já é figurinha carimbada do Redes, deu-nos um panorama entre expectativa versus realidade nos bastidores das eleições de 2018. E que bastidores…

Turbinados pelos milagrosos cases, passamos pela feira onde pudemos efetivamente “beber” de iniciativas concretas na área da comunicação governamental que deram show.

Segundo dia de “milagres”

Já no outro dia, mais milagres. Afinal, quem melhor do que um padre para nos mostrar o dia -a-dia da comunicação do Papa e do Vaticano? Padre Arnaldo Rodrigues nos deu uma aula de carisma com as mídias sociais do Papa Francisco e a transformação do setor de comunicação da Santa Sé, com a fusão e modernização dos que fazem a divulgação da centenária Igreja Católica.

A Ana Guerrini, da 99, nos mostrou as novas tendências da mobilidade urbana, traçando um paralelo com as políticas públicas e o “milagre” do compartilhamento de automóveis. Depois do coffee, o Facebook marcou presença com a apresentação do Workplace e a nova era da comunicação no setor público. O Adriano foi quem nos contou como essa ferramenta pode ser útil e milagrosa para nossas instituições.

Os Milagres do 8º Redes WeGov

Os milagres que não são milagres foram assunto da Bárbara Libório, que passeou pelas “Fake News”, principalmente aquelas veiculadas nas mídias sociais em 2018, ano da eleição presidencial. Nem tudo que reluz é ouro… Por fim, a Marília, do MPSP, tratou de apresentar o combate a violência contra mulheres comunicando com igualdade. Quanta coragem!

E assim foi o “Redes” desse ano. Teve prefeito, padre e Papa. Medellin, mobilidade e movimento. Teve Facebook, Fake News e Francisco. Twitter, TSE e transporte urbano…

?

E no final, compartilhamos vidas, verdades e velas; relatos, religião e retórica; momentos, movimentos e milagres. Milagre das redes, Milagres do Redes Wegov. 

Capacitação em DT de todos os servidores!

Quando a gente aqui no LAB.ges pensou em fazer uma capacitação em Design Thinking para todos, eu disse TODOS, os 180 servidores da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos do Espírito Santo (SEGER) pareceu loucura. De todos os lados, o que a gente ouvia era: “Ah, isso não vai dar certo!”, “Pensem bem: o Design Thinking não é pra qualquer um.
Mas a gente acreditava que era sim. Para nós, o Design Thinking não só pode contribuir com todos os setores de uma organização como a SEGER, como pode colocar em evidência a importância de se valorizar e aproveitar ao máximo a diversidade dos perfis, trajetórias, conhecimentos e vivências que a compõem. Afinal, TODOS PODEMOS INOVAR!
E foi acreditando nisso que, com a parceria da maravilhosa equipe da Wegov, criamos a ideia do TSUNAMI DE DESIGN THINKING – como ondas de inovação invadindo e transformando os diversos setores da Secretaria, as oficinas disseminariam os conceitos e práticas dessa inovadora forma de resolver problemas complexos, que coloca o foco no que mais importa: as pessoas.
Tsunami Design Thinking
Confira as fotos no Flickr

Tudo certo! Então faremos o TSUNAMI!

Oficinas organizadas com todo apoio da nossa querida Escola de Governo, a Esesp. Turmas montadas de forma a promover o encontro entre servidores de diferentes setores e níveis hierárquicos. “Opa! Mas eu nunca vi isso… na mesma turma tem o pessoal da recepção e gerentes de projetos? Área de contratos com o pessoal do RH? Que bagunça é essa?!” E mais… “Ah… lá vem o pessoal do LAB.ges inventando moda… isso não é pra gente. Aqui no meu setor a operação é pesada, não dá tempo de brincar com canetinha e post-it colorido!
Mas todos compareceram. Precisamos confessar que a estratégia foi forçar ‘um pouco’ a barra e tornar a capacitação obrigatória (a gente não queria que fosse assim!). Mas tínhamos certeza que as resistências seriam vencidas durante as oficinas, conforme todos fossem se apropriando do novo aprendizado e vislumbrando as possibilidades do porvir.
Dito e feito! A cada oficina concluída, as pessoas expressavam a sua satisfação e contagiavam os colegas que ainda aguardavam o momento de vivenciar essa nova experiência.

Hoje podemos dizer que, além da disseminação dos conceitos do Design Thinking e da experimentação de sua aplicação como abordagem para enfrentar desafios, o TSUNAMI trouxe para a SEGER outros ganhos interessantes e inesperados.

Foram 36 equipes que desenharam um panorama dos desafios da Secretaria. Além dos 36 problemas identificados (ouro na mão de um gestor, pois trazem um diagnóstico construído com o olhar de quem melhor conhece a organização), foram idealizados, com prototipação e teste, 36 possíveis caminhos para resolver os problemas apontados.
Alguns dos protótipos criados no TSUNAMI foram apresentados pelos servidores ao Escritório de Projetos da SEGER para compor a Carteira de Projetos Prioritários da Secretaria. Além disso, o Escritório se encarregou de verificar a viabilidade de todas as demais propostas do TSUNAMI e algumas já estão sendo estruturadas como projetos que serão executados de forma intersetorial, com acompanhamento do LAB.ges.

Boas surpresas

Uma surpresa: descobrimos que somos muito mais conectados do que imaginávamos ser.
A interação nas oficinas mostrou que um contato mais direto e humano, baseado na empatia e na colaboração, beneficia, e muito, a produtividade e a qualidade do trabalho (e da vida!) de todos. O retrato dessa percepção foi a releitura do organograma da SEGER, realizada pelos servidores no evento de confraternização das 6 turmas do TSUNAMI, e que hoje ilustra o fundo de tela dos computadores da organização: a SEGER como uma REDE DE CONEXÕES.
Tsunami Design Thinking

Por WeGov

Somos um espaço de aprendizado para fazer acontecer a inovação no setor público.

Aline Castro
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para pensar sobre comunicação e fazer o melhor pastel

…para pensar sobre comunicação e fazer o melhor pastel.
Sabe aquele clássico que diz que santo de casa não faz milagre?
Não faz mesmo. A boa notícia é que o pessoal da WeGov deve andar pleiteando uma vaguinha no andar de cima. Eles vieram no dia 19 de julho e deram uma boa sacudida na galera que faz a comunicação da Justiça do Trabalho de São Paulo.
Do basicão – “para que a comunicação existe mesmo?” – ao “1001 ferramentas que vocês precisam usar antes do fim do mês”, o casal Tamura fez algo que eu vinha tentando há algum tempo: criar um mindset na equipe da Secom de que estratégia tem que fazer parte da rotina de todos. Não é coisa isolada do gestor. Não é colocar no papel e esquecer que existe.

Puxa uma cadeira e fica à vontade

Olha que eles são quase “de casa”, porque entendem que é bem difícil fazer comunicação no setor público. Tem ego (S), burocracia, autoridade e trabalho aos montes. Falta autonomia, gente, orçamento, e um monte de coisa que não listo para não deprimir.
Começaram com provocações simples. Quase ninguém lembrava a visão de futuro da nossa organização. Depois dos segundos de silêncio, conseguimos refletir juntos sobre os problemas que resolvemos, o que fazemos e o que deixamos de fazer.
O ponto alto foi fazer todo mundo se empolgar com o desenho das personas. Criamos o advogado Henrique Alvarenga, a servidora Beatriz, o trabalhador Roberto Carlos, o empresário Sampaio. Nota do gestor: há algum tempo eu tinha dado a mesma ideia e recebi olhares tortos, do tipo “essa chefe só inventa”. Felizmente, perceberam que para a gente facilitar a vida do cidadão, precisamos tentar viver um pouquinho da sua realidade.

A gente acha que sabe e não sabe. Ou que não sabe e não sabe mesmo

Parece óbvio: vamos usar Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e o que mais o mundo nos permitir, afinal, é lá que as pessoas estão e é isso querem. Que pessoas? Como eu sei o que elas querem de fato? O treinamento fez a gente voltar alguns espaços e pensar um pouco sobre o propósito do que fazemos como rotina.
Também implantou o chip de que broadcast é só uma perna do que fazemos e que redes sociais tem muito mais a ver com interação, relacionamento e inteligência.
Por fim, demonstrou que o mundo realmente está girando rápido. Temos mil ferramentas, aplicativos, técnicas e métodos que podemos usar para fazer comunicação. Alguns podem ser muito úteis, outros nem tanto. Mas temos que conhecê-los. Se quisermos ser úteis, temos que nos esforçar para acompanhar as transformações malucas da tal da sociedade da informação.

Stop in the name of law

Acho que como muitos departamentos de comunicação, a Secom do TRT da 2ª Região é quase uma pastelaria. Tem notícia, mural, TV, e-mail marketing, caldo de cana e molhinho opcional. A economia vai bem, obrigada: a clientela não para. E a gente faz e entrega. Faz e entrega. Faz e embrulha para viagem. E entrega.

O aprimoramento com a WeGov fez com que fechássemos o balcão por um dia e colocássemos a mão na massa, para deixá-la mais saborosa, quem sabe com um novo recheio. Fez bem para todo mundo e nenhum cliente morreu por abstinência de carboidrato.
No final do dia, ficou a certeza: precisamos parar de vez em quando (sim, parar mesmo, todos juntos!) para refletir sobre o pastelzinho nosso de cada dia. Não dá para esquecer o quão sagrado ele é. (Eu não disse que a galera da WeGov tem uma linha direta com alguém lá de cima?)

Por Aline Castro

Jornalista, mestre em comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo e especialista em Gestão Pública no Poder Judiciário pela Fundação Getúlio Vargas. Desde 2009, exerce o cargo de diretora de comunicação no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (São Paulo). É vice-presidente do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça no biênio 2019-2021 e coordenadora regional da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) em São Paulo. Foi finalista no Troféu Mulher Imprensa 2020 na categoria Comunicação Pública. Atua como instrutora de cursos de comunicação organizacional, comunicação não-violenta e treinamento de mídia. É criadora do Podcast Comunicação Pública: Guia de Sobrevivência e curadora de conteúdo do Congresso Brasileiro dos Assessores de Comunicação do Sistema de Justiça (Conbrascom).

Francisco Pereira
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Baseado em fatos reais

Sim, vivi a experiência de ser abduzido. E, se eu fosse você, ficaria até o fim desse texto, pois pode ser a melhor chance de sentir de perto o que acontece com alguém que é levado a outro planeta.
A cidade é Goiânia. Estamos situados naquilo que se pode chamar de centro do país. Isso explica, em parte, os fartos relatos de pousos de discos voadores por essas bandas. Escritos que datam do século XVII, dão conta de que vários contatos imediatos do terceiro grau ocorreram em uma região da cidade onde hoje está o prédio do Tribunal de Contas do Estado.
Cético como sou, nunca dei bola pra essas conversas. Tipo Padre Quevedo – “no ecziste!” Até que recebi em minha caixa de e-mail uma mensagem sem remetente: “Compareça ao TCE no dia 01/03/18”. Só isso, nada mais. “Tá!” – pensei. “Não assinei nada comprometedor. Não me lembro de ter feito nada de errado no trabalho. Vou lá, não devo nada a ninguém.”
Mas aí as coisas começaram a ficar estranhas. Chegou o dia 01/03. Acordei diferente nesse dia. Não sei explicar: me aproximei de minha esposa e disse a ela o quanto a amava. Beijei meu filho, ainda dormindo, e sussurrei em seu ouvido – “papai te ama.” Tava diferente esse dia. Tinha um tom de despedida e nostalgia. Logo pensei: “deve ser a gripe me pegando.”

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A chegada

Fui em direção ao TCE – misto de euforia e ansiedade. Chegando lá, ninguém na portaria. Muito estranho. O cenário era meio “walking dead”. Pensei em voltar, mas uma força maior – a curiosidade – me impedia de sair. Mais que isso, me empurrava pra dentro. Entrei.
De uma das salas saia uma luz muito intensa num tom arroxeado. Fui atraído por ela. Era inevitável. Ao abrir a porta, a luz me cegou por alguns segundos e só pude ouvir alguém (ou algo) dizendo: “Bem-vindo terráqueo. Só faltava você.” Imediatamente a luz se esvaeceu e pude ver aquilo com meus próprios olhos. E, sim, vou lhes dizer agora tudo o que vi.
De cara fui avisado que havia sido abduzido por seres do planeta WE345GO8V, que eles seriam amigáveis e que eu não me assustasse. Estávamos, na verdade, embarcados em uma espécie de Cruzador interespacial – tipo aqueles de Star Wars – e que ficaríamos um bom tempo alí. De repente, velocidade da luz. Caiu a ficha, estava muito, muito longe de casa e sabe-se lá por quanto.

A transformação

Comecei a entender e a aceitar os fatos quando olhei para os lados e vi vários “terráqueos” como eu por ali. Fosse o que fosse, não estava sozinho. Um mentor tocou meu ombro, me olhou com serenidade e disse: “Acalme-se. Ao final dessa jornada você não será o mesmo. Mas garanto que mudará para melhor.”
Em seguida, esse mesmo mentor dirigiu-se a todos e começou a falar em um dialeto um tanto estranho: “Olá hubgovers – ein, hub o quê? – Faremos uma jornada pelo “design thinking”, aqui vocês farão um “pitch” e poderão aprender sobre “storytelling”. Já estava entrando em parafuso quando veio o golpe fatal: “…e, ao final de tudo, vocês se sentirão capazes de inovar no serviço público!!”
Como assim? Serviço público e inovação são mutuamente excludentes! Uma colega terráquea pegou na minha mão e disse: “Você tá pálido. Quer um pouco de água e café? Respondi: Sim, litros! Dos dois! Esses alienígenas, ET´s, seja lá o que forem, tão muito doidos, isso sim.
“Quando tudo estiver terminado – continuou -, vocês serão agentes de mudança que levarão a mensagem de nossa civilização até a Terra e converterão milhares de pessoas para essa causa. E farão milhões de pessoas mais felizes pelo simples fato de melhorar suas vidas fazendo diferente o que nunca deu certo.”
Bateu desespero! Porque eu? Eu não vou conseguir. Quis pular, desistir. Fingir de morto. Mas naquele café que havia bebido minutos antes havia algo que alterou meu estado de consciência – só pode ser. De repente, sentia-me capaz de tudo. Sentia que havia achado lugar pra minha angustia de não poder /querer mudar as coisas pra melhor. Durante o tempo que estive alí, chorei, sorri, desisti várias vezes e, na mesma hora, senti que podia tudo.

O encerramento

Mas o que mais importa é que, dias antes da jornada acabar, aquele mesmo mentor me disse: “Viu, daquela angustia e ceticismo nasceu um “hubgover”, um ser que se sente empoderado para mudar sua realidade no trabalho, mesmo que seja o simples ato de mudar a ideia de quem senta ao seu lado e que não acredita em ET´s ou em inovação no serviço público. Ao final, parece que todas as luzes se apagaram.
Acordei em casa, minha mulher me perguntando se queria vitamina – estranho, para ela era como se houvesse passado um dia apenas. Meu filho pronto pra ir pra escola e me beijando. Olhei no relógio e nada de diferente. Cheguei a pensar que tivesse sido um sonho. Ah, a tal da gripe me pegou mesmo. Dormi e sonhei com tudo isso.
Fui tomar banho e ao sair e olhar no espelho, um susto – sem piadinha ok?! No espelho embaçado estava escrito: “O HubGov não acaba quando termina”. Foi a prova de aquilo tinha acontecido mesmo. Fui tomado pelo sentimento de alegria e logo pelo de incerteza: “O que será de mim – de nós – agora? Como faremos isso acontecer?
Mas o que me tirou o sono essa noite foi: “O HubGov não acaba quando termina”. O que eles quiseram dizer com isso?

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Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 28 e 29 de junho de 2018.

Durante o Programa HubGov, nós buscamos desenvolver atividades que fortaleçam nos servidores públicos as capacidades que já têm, mas que muitas vezes não sabem como colocar em prática. Liderança, trabalho em equipe, criatividade, oratória, criação, e muito mais! E para colocar tudo isso em prática, nós desenvolvemos o Festival de Aprendizado, onde durante dois dias os próprios HubGovers são desafiados a coordenar atividades junto aos colegas e fazer acontecer!
O festival teve uma edição em cada Estado participante no programa, e contou com a curadoria da WeGov. O mais legal ainda, é que além dos HubGovers apresentarem para seus colegas, tiveram a oportunidade de apresentar para a comunidade interessada, que se inscreveu previamente para colaborar com a atividade.
O evento teve como objetivo empoderar os HubGovers para compartilhar experiências e conhecimentos com agentes públicos e comunidade local, facilitando palestras ou oficinas de temas livres à sua escolha. O que WeGov busca com o festival é, então, promover as instituições como disseminadoras de um conteúdo inovador para a sociedade, evidenciando boas iniciativas e contribuindo para posicionar positivamente as instituições.

Distrito Federal


Em Brasília, a programação contou com as apresentações ‘Storytelling’, dos Correios; o ‘Workshop time’, desenvolvido pelo DEPEN; o ‘Desafio ambiental: Ideação para um destino nobre para a borra de café do MMA’, apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente; e, no segundo dia, a ANTT ministrou a ‘Oficina de calibração da matriz de maturidade sinérgica’; seguida pela ‘Gamific+ação com Design Thinking’, da ANAC.

Goiás


Em Goiânia, quem começou as apresentações foi o TCE, com o tema ‘Inovações na fiscalização de obras e engenharia’; à tarde a SEDUCE apresentou as ‘Competências Socioemocionais: a essência da liderança para promover a excelência da gestão pública’; seguidos pela atividade ‘Cuidando do servidor’, desenvolvida pela Secretaria de Saúde; e pela ‘Gestão da Qualidade em Segurança Pública’ da Secretaria de Segurança Pública. No segundo dia, a SEGPLAN apresentou o ‘PPT ruim dá depressão!’, e, em seguida, a Assembleia Legislativa cativou os colegas nas ‘Batalha da Inovação’; com a finalização do dia pela oficina ‘Tudo sobre bebida e direção | Saiba os efeitos dessa combinação’ do DETRAN.

São Paulo


Em São Paulo, a programação começou com o TJSP, pela apresentação ‘Aplicando SCRUM em seus projetos’. Após o almoço, na Dinâmica ‘Burocracia X Eficiência’, os Correios envolveram os colegas; seguidos pelo Case ‘dinâmica de integração de 5 áreas da SMG’, DA Secretaria Municipal de Gestão da Prefeitura Municipal de São Paulo; e quem finalizou o dia com a Prefeitura de Guarulhos com a ‘Integração do Planejamento Institucional da Prefeitura de Guarulhos’. O dia 2 contou com a apresentação da ‘Educação transformadora da sociedade’ da Escola Superior do Ministério Público; com o ‘Laboratório de Inovação: Porquê?’ do Metrô; e, para encerrar, a Justiça Federal ministrou a oficina ‘Design Organizacional’.

Santa Catarina


Em Florianópolis, a programação contou começou com a apresentação da PGE sobre ‘Temas relevantes em defesa dos interesses do Estado de Santa Catarina’; seguidos pela Polícia Militar, com a apresentação ‘Comunicação, Oratória, Trabalho em Equipe e Liderança no serviço Público’; pelos ‘Processos Digitais’ da Secretaria da Administração; e finalizando o dia com a apresentação ‘Desenvolvendo o pensamento A3 para solução de problemas’ dos Correios. O segundo dia iniciou com a dinâmica ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, da Prefeitura de Bombinhas, e finalizou com a apresentação da Secretaria da Fazendo ‘Como pesquisar dados no Portal da Transparência do Governo de Santa Catarina’.


Acompanhe

Estamos fazendo a cobertura simultânea do HubGov 2018 nos quatro Estados. Não deixe de acompanhar nossas redes sociais para saber tudo que está acontecendo no Programa!

Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 25 e 26 de Junho de 2018

O primeiro módulo do Programa HubJus aconteceu neste mês de Junho, e contou com a presença de 40 HubGovers, incluindo presentes de várias cidades do interior de Santa Catarina. Para conduzi-los pelos dois dias de módulo, estiveram presentes os diretores André e Gabi Tamura, auxiliados pela mestre sem cerimônias Carolina Rosseto. Foram dois dias de muitas descobertas e de muita imersão no Programa.
A manhã do primeiro dia começou com a apresentação do Manual de Sobrevivência HubJus, onde foram definidos o Mindset e o Modo de trabalho que será adotado durante o Programa. Foi falado sobre a importância da colaboração e do trabalho em equipe, além das competências para inovação, que a WeGov resgata da OECD. “Ao longo da jornada você vão sentir uma alternância entre aprender e construir”, disse Carolina.
Em seguida, André palestrou sobre Inovação e Setor público, colocando em pauta alguns cases do HubGov 2017 que deram certo e que, hoje, estão sendo aplicados na prática. Além disso, o WeGover falou sobre Design Thinking e métodos de trabalho para inovação, a fim de explicar como nós iremos chegar até a proposta de solução.
Para a WeGov, tudo começa pelas pessoas. Por isso que a tarde seguiu com uma dinâmica de empatia, que acabou por mostrar que independente das nossas diferenças e semelhanças, o que nos conecta é a crença no poder, na colaboração, e na criatividade das pessoas.
O segundo dia foi dedicado a presença dos nossos queridos mentores do Programa. A escolha dos mentores foi difícil e nós ficamos muito contentes com os aceites de nossos convites pelos queridos Adriana Aquini, Diego Fabricio Damiani, Felix da Silva, Frederico Tadeu da Silva, Graziela Meincheim, Tenente Coronel Jorge Tasca, Rafael Poço, Rhuan Bittencourt e Vanessa Costa.

Da esquerda para a direita: Frederico, Adriana, Rhuan, Rafael e Vanessa

Depois de terem seus mentores definidos, os participantes foram desafiados a definir com eles a “noção de sucesso” do seu desafio. Após esse momento de entrosamento entre grupo, mentores, e com o próprio desafio, os times apresentaram um Pitch dos trabalhos.
Os presentes saem do módulo I com algumas missões para o próximo módulo, que serão incorporadas na própria rotina diária de cada um. ” jornada da definição do desafio até a proposta de solução deve fazer sentido e estar conectada com o seu contexto diário real“, disse André. E depois de muito trabalho feito e a ser feito ainda, saímos do módulo 1 empolgados com a jornada que nos espera!

Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 20.04,16.05 e 20.06 de 2018

A WeGov é parceira da Liga Internacional de Intraempreendedores, sendo a primeira organização a trazer o movimento para o Brasil, e a primeira organização da Liga a discutir intraempreendedorismo no setor público. Trata-se de um movimento que sugere a transformação de organizações e sistemas por meio da inovação “de dentro para fora”.
As Rodas de Empreendedores Públicos são atividades projetadas para o compartilhamento de experiências e boas práticas, para o genuíno desafio de mobilizar as instituições para uma nova realidade. Elas foram desenvolvidas pela WeGov como atividades do Programa HubGov, e tiveram 3 edições, inspiradas na Liga de Intraempreendedores, uma organização internacional sem fins lucrativos que desenvolve comunidades de aprendizagem para inovadores institucionais com núcleos no Brasil e em vários outros países.
A missão da Liga é destravar o potencial humano dentro de instituições brasileiras mais influentes para criar impacto positivo na sociedade, segundo seu portfólio. E será essa organização a responsável por criar a Cartilha de Empreendedores Públicos, a qual foi traduzida pela WeGov para guiar as rodas, e adaptada da empresa privada para o setor público. Com o auxílio da Fundação BMW foi possível disponibilizar a Cartilha diretamente no material entregue aos HubGovers 2018.
A cartilha está dividida em missões, e o objetivo dos facilitadores Carolina Rosseto (SC), Guilherme Rosa (SP), Isadora Caldas (GO) e Jéssica Macedo (DF), foi conduzir as conversas de maneira a cumprir as missões, mas sempre buscando aprofundar seus objetivos para trazer à tona a verdadeira realidade enfrentada pelo setor público brasileiro.
Alegrias, choros, medos, esperanças foram os sentimentos que envolveram as Rodas de Empreendedores e possibilitaram surgir no servidor um ponto de apoio tanto pelos colegas das outras Instituições, quanto pela própria WeGov.
A WeGov é a única empresa que realiza a Roda de Empreendedores para o serviço público no mundo, na esperança de que o significado de ‘Empreendedor’ se desligue apenas da ideia de setor privado, e ganhe um ressignificado ao ser aplicada na mudança do setor público brasileiro, para melhor!

Boas ideias não se vendem, nem se executam sozinhas. A WeGov acredita na colaboração e no espaço de fala dedicados ao servidor público, um empreendedor capaz de gerar a mudança de dentro para fora!

Confira os registros das Rodas de Empreendedores nos quatro Estados no nosso Flickr!


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Estamos fazendo a cobertura simultânea do HubGov 2018 nos quatro Estados. Não deixe de acompanhar nossas redes sociais para saber tudo que está acontecendo no Programa!

Laura Orlandi
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Aconteceu no dia 18 de Junho de 2018.

Em meados de Abril, os WeGovers se viram frente à uma nova ideia: criar uma atividade voltada para as Escolas de Governo. A partir desta demanda, montamos um evento voltado à elas, que pudesse reunir os agentes públicos ligados a essa temática, seja dentro dos setores institucionais de capacitação, especificamente, ou em Escolas de Governo.
Além de reunir profissionais da área, o Escala GP tem uma proposta colaborativa e de construção. Uma pesquisa de maturidade foi aplicada, de 16 Abril a 25 de Maio, como pré-requisito para inscrição, sendo este um forte insumo para trocar experiências, para elaborar a proposta de solução e para impactar o setor público brasileiro. As Instituições entraram no evento qualificadas sob um grau de maturidade no tema inovação, e saíram dele com ferramentas e conhecimentos para avançarem de graus.
O evento foi, na verdade, uma reunião de trabalho sobre como a capacitação pode se transformar. Os participantes vieram representando as Instituições foram ALESP, CORREIOS, SSP/SC, IFSC, INSS, UFPE, CREA-SC, ESESP, UDESC, Senado e EIPP. O evento contou com um painel randômico, conduzido pelos WeGovers Gabriela e Lincon por vias de perguntas a respeito do tema do evento, onde alguns participantes tomavam assento junto à eles para dar seu parecer sobre as questões.
Para falar sobre como nós podemos transformar os servidores públicos a partir da capacitação, convidamos o atual coorl Coordenador de Parcerias da Escola de Inovação e Políticas Públicas (EIPP) da Fundação Joaquim Nabuco/MEC, em Recife-PE, Rodrigo França, que inspirou os presentes em sua fala.
André Tamura ministrou a palestra sobre Inovação no Setor público, representando a WeGov, seguido pelo Momento Benchmarking, conduzido também por um WeGover, Leonardo Baldissera, que estreou sua primeira condução de atividades nesse processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade.
Para fechar as participações incríveis do evento, contamos com a presença de Henrique Porath, que atua no Senado aproximando-se dos esforços presentes na esfera pública federal para promover iniciativas em prol da inovação.
Para finalizar, confeccionamos um Canvas de Plano de Ação do Escala GP, para que, a partir da pesquisa de maturidade, que serviu também para indicar caminhos possíveis depois da troca de experiências do evento, os participantes preenchessem o canvas a fim de saírem deste evento com um plano de ação estruturado que os levará ao próximo nível de maturidade. O compartilhamento fez a diferença! Empatia e esperança envolveram os participantes, que saíram daqui com vontade de inovar!

O desafio da capacitação no setor público é a propulsão para o Governo do Futuro!

Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 14 e 15 de Junho de 2018.

Nos dias 14 e 15 de Junho, a FIAP foi palco da terceira e última oficina do Programa HubGov 2018. O tema escolhido foi a Comunicação no Setor Público, levando em conta a importância que a comunicação ocupa no cotidiano daqueles que empreendem novas ideias e precisam engajar outros públicos para enfrentar seus desafios. Confira abaixo como foram os dois dias em São Paulo!
A Oficina contou com a participação de HubGovers dos quatro estados participantes, sendo a maioria formada por pessoas que não são especificamente encarregadas da comunicação de suas Instituições, formando assim um perfil heterogêneo em suas experiências relacionadas aos conceitos, funções e ferramentas da comunicação.
Os facilitadores foram os WeGovers Guilherme Rosa, de São Paulo, e Jéssica Macedo, de Brasília. A dupla desenvolveu os momentos da Oficina mesclando conceitos e exercícios práticos, de modo que os participantes pudessem relacionar os tópicos ao desafio da Instituição no HubGov, transpondo as técnicas aprendidas à muitas outras situações de trabalho diárias em que a comunicação terá papel essencial.
Entre os temas abordados estavam a História das Assessorias de Comunicação, Comunicação Interna, Comunicação Externa, Branding no Setor Público, Media Training, Pitching, Comunicação Não-violenta, além dos estudos de caso. Foram apresentados casos relacionados a mídias sociais, como o caso do Senado e do Exército Brasileiro, bem como casos de branding do Centro Vivo São José dos Campos e do IPPLAN. Entre os exercícios, mapearam o fluxo de comunicação de sua instituição/órgão, usando a abordagem do “Golden Circle” respondendo “Qual o propósito do meu desafio? Por que/como/o que?”, escreveram um release para a imprensa para divulgar a sua proposta, elaboraram uma “matriz de stakeholders” para planejamento estratégico da comunicação e planejaram e gravaram o pitch.
A Oficina teve a participação especial do HubGover Hélio Martins, da equipe da Justiça Federal de São Paulo, que é formado na área de comunicação e cineasta nas horas vagas, que apresentou o que é Media Training e Pitching, dando dicas valiosas aos participantes, que na sequência puderam colocar em prática gravando o pitch de seu desafio.
Ao fim, a integração entre as pessoas de diferentes Instituições é sempre um dos principais benefícios proporcionados pelo HubGov, e dessa vez não foi diferente, manifestando os variados talentos presentes e integrando as Instituições sob o mesmo desafio: o de transformar o setor público.

Laura Orlandi
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Aconteceu no dia 6 de junho de 2018

No dia 6 de junho, a Universidade Corporativa dos Correios do Distrito Federal foi palco de um dos eventos mais esperados do Programa HubGov 2018: o Tags da Inovação! Reunindo HubGovers dos quatro Estados participantes, uma comunidade interessada no mundo da inovação e palestrantes de alto nível, o evento foi um sucesso de conteúdos!
A abertura ficou a cargo do nosso diretor André Tamura, que apresentou a WeGov e o Programa HubGov aos presentes. Durante a manhã, palestraram Osório Dias, dos Correios, falando sobre Gestão de Política Pública na Era da Economia Compartilhada, abordando as tags #Colaboração, #SmartCities e #EconomiaCompartilhada. Para Osório, uma das saídas para a falta de familiaridade do governo com modelos de Colaboração centrados no conceito de Economia Compartilhada são as Smart Cities. Em seguida, Moacir Marafon, diretor executivo da Softplan, abordou as tags #transformaçãodigital, #saúdetech, #educaçãotech e #segurançatech para enriquecer ainda mais o assunto.
A manhã foi encerrada com a palestra de Fábio Rua, da IBM Brasil, que abordou as tags #bigdata, #deeplearning, #dadosabertos, #realidadeaumentada e #Inteligência Artificial, discutindo alguns dos principais avanços tecnológicos que já permeiam a sociedade e que levantam relevantes discussões entre os ambientes público e privado.
Quem começou a parte da tarde foi o entusiasta Wagner Sanchez, da FIAP, que falou aos participantes sobre Biohacking: Uma inevitável disrupção, que quando fundido com outras tecnologias exponenciais como #biohacking, #robotica, #maker e #cognificação, proporciona oportunidades de novas soluções para as empresas. Representando a WeGov, André Tamura conversou com o pessoal sobre as tags #democraciadigital, #plataforma, #inovaçãosocial, #startups, #storytelling e #governodofuturo, em uma narrativa que amarrou também os outros conceitos apresentados no evento.
Em seguida, Ronan Damasco, diretor da Microsoft Brasil, ao abordar as tags #computacaocognitiva e #IA, falou sobre o impacto da inovação e da tecnologia no Setor Público. A tarde ainda contou com a presença do nosso parceiro Coronel Paulo Sousa, falando sobre a tag #bots, e com um painel sobre #ecossistemadeinovação e #labsgov, ministrado por Marília Assis, do LAB.ges, e Jéssica Maia, HubGover 2017 e integrante do HubSSP.
As palestras ainda contaram com o teste de tecnologias nos participantes, que compartilharam conhecimentos, risadas, trocas de ideias e perspectivas para o futuro da inovação. O dia terminou com todos os presentes dando seus feedbacks sobre o evento, de muita satisfação e felicidade por terem tido a oportunidade de participar desse evento incrível da WeGov!

“Não conhecia a WeGov, pesquisei e depois do que vi aqui hoje posso dizer que estão no caminho nobre e certo, contem com a IBM daqui pra frente. Parabéns!”
Fábio Rua

Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 4, 5 e 6 de junho de 2018.

A terceira edição do FONAGE foi realizada nos dias 4, 5 e 6 de junho na Justiça Federal do Rio Grande do Norte, na cidade de Natal. O evento teve como tema “Novo design organizacional do Poder Judiciário: o futuro é agora”. A nossa diretora Gabriela Tamura esteve lá para prestigiar o evento e para falar sobre Inovação na Justiça, vamos conferir como foi!
O Fórum Nacional de Administração, Gestão e Estratégia – FONAGE tem o objetivo de estimular a criação e sistematização de políticas administrativas para o sistema de Justiça brasileiro, além de buscar soluções para uma gestão democrática, prospectiva e eficiente do Poder Judiciário. O evento é voltado para a apresentação de experiências exitosas na área de gestão, administração e planejamento estratégico no judiciário.
Durante a abertura, aconteceu a entrega do Prêmio Ajufe de Boas Práticas de Gestão, onde a Seção Judiciária do Rio Grande do Norte ganhou na categoria Magistrados, com o projeto do Centro de Inteligência, e Servidores, com o projeto da Residência em Tecnologia da Informação.
O presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Desembargador Federal Cid Marconi, ressaltou a importância do evento e destacou a Rede criada pelos Diretores de Foro da Justiça Federal. A palavra para falar sobre o tema central do evento foi dos Juízes Federais Antonio César Bochenek e Luciana Ortiz Tavares. Também teve a palavra o Juiz Marco Bruno, que palestrou na abertura do Programa HubJus, em maio, que deu as boas vindas aos magistrados e ressaltou o empenho de todos os Juízes Federais e servidores da Seção Judiciária em colaborar para realização do evento.
No segundo dia de evento, foi a vez da WeGover Gabriela Tamura falar. Gabriela ressaltou a importância de se pensar inovação dentro da Justiça, algo que a WeGov já vem fazendo desde o Programa HubGov 2017, do qual participou a Justiça Federal de Santa Catarina, agora no Programa HubGov 2018, do qual participa a Justiça Federal de São Paulo, e com o mais novo evento lançado em maio, o Programa HubJus, a ser realizado dentro da JFSC durante os meses de maio até setembro.

“Ser convidada para provocar o judiciário a pensar na inovação como recurso para otimizar o design organizacional é uma verdadeira honra. O FONAGE é uma semente que está sonhando o futuro da justiça, testemunhar este processo é ser uma administradora pública realizada”.
Gabriela Tamura

Além das palestras e do Prêmio, o evento contou com uma oficina de design organizacional e serviços, no Laboratório de Inovação da JFRN. Mas o ponto alto foi a inédita Feira de Inovação das Seções Judiciárias, onde as estas apresentaram suas boas práticas e ideias já em implantação.
Durante reunião na JFRN, os Diretores do Foro decidiram criar uma Rede de Governança no âmbito da Associação dos Juízes Federais. O colegiado traz como agenda a discussão sobre autonomia financeira e administrativa das Seções, compartilhamento de ideias, gestão de crises orçamentárias e análise de desafios impostos pelas novas tecnologias. Neste primeiro ano, a Rede será coordenada pelas Direções do Foro do Rio Grande do Norte e São Paulo, e representa um grande avanço para a Justiça do Futuro!
 

Laura Orlandi
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Aconteceu nos dias 14 e 15 de Maio de 2018

Inspirados no sucesso do Programa HubGov, a equipe da WeGov, em parceria com a Justiça Federal de Santa Catarina, orgulhosamente lançaram a primeira edição do Programa HubJus nos dias 14 e 15 de maio! O Programa, adaptação da ideia central do HubGov para a Justiça Federal, vai contar com a participação de 50 servidores do órgão, sendo 25 deles da capital e os demais 25 de outras treze cidades do interior de Santa Catarina.

Dia 14.05 – WeGov

O primeiro dia ocorreu na sede da WeGov, e foi iniciado pela fala da Diretora do Foro, Doutora Claudia Maria Dadico sobre o que espera do programa e o que entende por inovação na Justiça. Em seguida, a abertura foi conduzida pelos diretores Gabriela e André Tamura, que quebraram o gelo com os participantes ao levá-los para o terraço do prédio e engaja-los em uma dinâmica que remeteu à infância e visou o entrosamento entre eles.
Na parte da tarde, a mentora do programa Vanessa Costa Krause, da Justiça Federal, aplicou uma dinâmica de envolvimento entre os presentes, buscando responder à pergunta ‘o que nos une?’ e deixando todos muito empolgados para toda a jornada que o HubJus representará. Em seguida, André conduziu a formação dos 5 times do programa, apresentando os desafios propostos pela própria Justiça à eles, discutindo os temas e quem seriam os responsáveis por eles. O dia finalizou com a apresentação dos times de pessoas felizes e esperançosas!

“O enorme poder de destruição de uma bomba atômica é criado a partir da liberação de energia de uma reação em cadeia, a partir de uma pequena ignição. A inovação dentro de uma Instituição como a Justiça Federal pode ser como uma bomba atômica: uma reação em cadeia. Sejamos a sua fagulha”. (Pelo participante Fernando Melo Faraco)

Dia 15.05 – JFSC

O segundo dia teve lugar na sede da Justiça Federal, e contou com uma programação incrível! Para começar, André fez uma palestra sobre como fazer apresentações, com fins de munir os participantes com conhecimentos a respeito do uso de slides e da fala, a serem usados ao longo do Programa quando das apresentações para os colegas.
A tarde começou animada na Justiça. O painel ‘Justiça do Futuro’ foi a grande atração do dia, composto por André Tamura, pela Doutora Claudia, pelo idealizador do documentário ‘Política modo de usar’ e fundador do Instituto Update, Rafael Poço, e pelo Diretor do Foro da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, Doutor Marco Bruno. Marco fez uma apresentação descontraída sobre as iniciativas de inovação que estão sendo implementadas na JFRN, e impressionou os participantes com a sua simpatia e otimismo em relação ao tema da inovação no setor público. Para ele, a inovação é horizontal.
O dia finalizou com o anúncio dos times e a apresentação dos temas a serem trabalhados por eles, e nos sorrisos e olhares via-se muita vontade de colocar a mão na massa e buscar a solução dos desafios!

Da esquerda para a direita: Dr. Marco Bruno, Rafael Poço, Dra. Claudia Maria Dadico e André Tamura.


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Nós iremos fazer a cobertura completa do Programa HubJus, acompanhe todo o conteúdo em primeira mão nas nossas redes sociais!

Laura Orlandi
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O terceiro e último módulo do Programa HubGov 2018, a etapa da Prototipação, foi a oportunidade perfeita para que os participantes dessem tudo de si nessa etapa final de programa. Com engajamento, os hubgovers se encontraram nos dias 10 e 11 de Maio em Goiás e nos dias 7 e 8 de Maio nos outros […]

O terceiro e último módulo do Programa HubGov 2018, a etapa da Prototipação, foi a oportunidade perfeita para que os participantes dessem tudo de si nessa etapa final de programa. Com engajamento, os hubgovers se encontraram nos dias 10 e 11 de Maio em Goiás e nos dias 7 e 8 de Maio nos outros três Estados, para juntos prototiparem as soluções para os desafios estabelecidos lá no comecinho do Programa. Vamos ver como foi!

Santa Catarina

Em Santa Catarina, os participantes tiveram sua jornada conduzida pelo WeGover Lincon Shigaki, auxiliado pela diretora Gabriela Tamura. Juntos, voltaram os olhares dos HubGovers para a importância desta etapa final. No primeiro dia, Lincon e Gabriela começaram com o tópico ‘Onde estamos e para onde vamos’ , fazendo um feedback da jornada trilhada até agora e reforçando a necessidade do engajamento neste etapa final e nas demais atividades que teremos ainda até julho no Programa. Esse dia se voltou mesmo a dar forma às ideias, uma vez que na parte da tarde os HubGovers tiveram acesso à vários materiais divertidos para colocar a mão na massa e prototipar essas ideias!
O segundo dia foi palco das apresentações das propostas de solução já prototipadas para colegas e mentores. Depois disso, ocorreu o momento da implementação dos protótipos, pela respostas das perguntas ‘o que?, Por quê?, Quando?, Quem?, Onde?’, modelando toda a jornada até agora em resultados palpáveis!

Distrito Federal

Em Brasília, a atividade foi conduzida pelos WeGovers André Tamura e Jéssica Macedo. O processo criativo começou com a projeção na massinha do que é o desafio de cada instituição. Foi divertido! E ao mesmo tempo desafiador. Esse início foi positivo, porque o que viria pela frente envolveria ainda mais a criatividade. Por ser o módulo de prototipação, os times puderam colocar a mão na massa de forma mais literal. Foram construídas maquetes de espaços colaborativos, tabletes, celulares, mapas, sistemas: tudo com muita cola, tesoura, papel, isopor e tinta. Uma forma diferente de se aproximar do que virá a ser essas propostas tão inovadoras.
O resultado não poderia ser melhor. Além da alegria, porque trabalhar com estes materiais ajudam a desenvolver o nosso lado criativo e traz felicidade, teve também aumento da certeza de estar indo pelo caminho certo.

Goiás

O terceiro módulo do Programa foi conduzido, em Goiás, pelo diretor André Tamura e pela WeGover Isadora Caldas. Juntos, acolheram os HubGovers para a última etapa, com muita energia e entrosamento. De longe, foi o módulo que começou com mais empolgação! Os servidores estavam loucos pra por “a mão na massa”, mexer com os materiais, apresentar o que já vinham desenvolvendo, conhecer a solução dos colegas e melhorar as suas. Orientados por André, os grupos montaram seus protótipos e apresentaram aos colegas e mentores. Foi um momento de muita troca de conhecimento e de ver toda aquela jornada de trabalho sendo colocada em prática por todas as Instituições.
No final, aconteceu um momento onde os HubGovers contaram como tem sido a experiência do programa pra eles, rolaram risadas, choros, empatia e apoio mútuo, mostraram-se felizes em saber que não andam só nas loucuras que representam as palavras ‘mudar, inovar e empreender’ no setor público.

São Paulo

Em São Paulo, quem conduziu a atividade foram os WeGovers Mônica Renneberg e Guilherme Rosa no laboratório de inovação da FIAP. No primeiro dia da Oficina, utilizando algumas ferramentas conceituais que ajudaram a planejar o protótipo, os HubGovers puderem colocar a mão na massa e produzir com os materiais disponíveis os protótipos das suas propostas. No segundo dia as equipes receberam a contribuição dos mentores do programa, que puderam fazer questionamentos e sugestões sobre os protótipos, e tiveram também a participação de quatro estudantes da graduação e pós-graduação da FIAP que, da mesma forma, puderam trazer novas perspectivas às propostas apresentadas nos protótipos.

“Mais uma vez o HubGov proporcionou uma experiência de se ‘aprender-fazendo’, mas talvez nunca a prática de tangibilizar uma ideia tenha sido tão lúdica e divertida como nessa terceira oficina”, comenta o WeGover Guilherme Rosa.

Foto do módulo em Goiás

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É gente, o último módulo foi verdadeiramente palco de muita emoção. É muito gratificantes para nós, WeGovers, ver que toda a jornada de trabalho trilhada até agora por todos nós tem dado resultados tão incríveis. O módulo III acabou, mas até julho ainda vem muito mais por aí!


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Estamos fazendo a cobertura simultânea do HubGov 2018 nos quatro Estados. Não deixe de acompanhar nossas redes sociais para saber tudo que está acontecendo no Programa!