Gabriela Tamura
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Assista o vídeo de Heloísa Fischer A WeGov convidou Heloísa Fischer, especialista em linguagem simples da Comunica Simples, para dar dicas às instituições públicas de como se comunicarem interna e externamente perante a situação do COVID-19.  Vamos assistir? Linguagem simples – Heloísa Fischer 10 passos para escrever em linguagem simples Planejar e escrever para a(o) […]

Assista o vídeo de Heloísa Fischer

A WeGov convidou Heloísa Fischer, especialista em linguagem simples da Comunica Simples, para dar dicas às instituições públicas de como se comunicarem interna e externamente perante a situação do COVID-19. 

Vamos assistir?

Linguagem simples – Heloísa Fischer

10 passos para escrever em linguagem simples

Planejar e escrever para a(o) cidadã(ão). Conheça 10 passos que o Íris – Laboratório de Inovação e Dados do Governo do Ceará recomenda para você redigir textos usando a técnica da Linguagem Simples.


Por Gabriela Tamura

Fundadora e Diretora de Negócios da WeGov. Administradora Pública graduada pela Universidade do Estado de Santa Catarina, Pós-graduada em Gestão Pública pela Universidade Aberta do Brasil. Resiliente de plantão começou seu relacionamento com o setor público há 12 anos. Conhece bem a realidade do governo e resolveu ajudar.
Foi agraciada com a medalha do Exército Brasileiro em função dos serviços prestados à Nação pela WeGov.

Heloisa Fischer
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Conheça a técnica de comunicação que está ganhando força no setor público de vários países.

O que é e como utilizar?

À medida que a vida digital avança, torna-se mais evidente a importância da linguagem escrita ser fácil de entender.

As telas diminuíram,  a atenção despencou, o comando de voz ganhou espaço. É questão de (pouco) tempo para a fala exceder o texto nas buscas do Google.

Neste cenário, a administração pública enfrenta mais um enorme desafio: equilibrar a complexidade tão própria de seus processos e de seus documentos com um estilo de escrever que seja direto e objetivo.

O setor público brasileiro mal se adapta às novas exigências da transformação digital e os tempos acelerados já demandam uma nova transformação, desta vez linguística.

É que, por aqui, as telas de celular pequenas e a atenção reduzida somam-se à alarmantemente baixa escolaridade da população. Dezenas de milhões de brasileiros têm acesso a informações básicas da cidadania prejudicado porque não conseguem entender os textos dos serviços públicos.

Só 12% da população brasileira entre 16 e 64 anos têm proficiência em leitura, dizem os dados mais recentes do INAF-Indicador de Alfabetismo Funcional. Ou seja, só 12% conseguem interpretar textos de maior complexidade como os escritos no “burocratês” tão característico de órgãos governamentais.

Daí a relevância da Linguagem Simples ou Clara, conhecida em inglês como “Plain Language”.

Afinal, o que é Linguagem Simples?

Trata-se de uma técnica de comunicação e de uma causa social com força em vários países, especialmente os de língua inglesa. O seu objetivo é tornar os textos mais fáceis de ler e entender.

Este tema, tão novo e tão urgente no Brasil,  vem ganhando relevância internacional desde os anos 1970. Em especial, nos Estados Unidos, Reino Unido, Suécia e Canadá.

A partir daquela década, grupos de servidores públicos, cidadãos e consumidores passaram a privilegiar estruturas textuais alternativas à linguagem burocrática típica das grandes organizações. Este corpo de conhecimento construído coletivamente gerou uma série de diretrizes de escrita e organização de informações com o nome de Linguagem Simples.

O movimento conquistou apoio de representantes dos três poderes que, por diferentes caminhos, produziram avanços sociais consideráveis. Como o Plain Writing Act (Lei da Redação Clara), em vigor desde 2011 nos EUA. Ou a simplificação de documentos públicos na Colômbia, que recentemente foi analisada em estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID. A política de “Lenguaje Claro” colombiana é prioridade da administração federal desde 2013.

No Brasil como esta questão repercute?

No setor público brasileiro, ainda são raras as iniciativas de Linguagem Simples, mas a discussão vem ganhando visibilidade. Em dezembro de 2018, organizei uma mesa sobre o tema no 3o Encontro Brasileiro de Governo Aberto, em São Paulo. Os demais integrantes da mesa e eu falamos para um auditório repleto de servidores e outros profissionais ligados à governança pública. O interesse foi grande.

Na Câmara de Vereadores de São Paulo, transita atualmente um projeto de lei que pretende instituir uma Política Municipal de Linguagem Simples. No âmbito estadual paulista, em 2016, o projeto SPUK de Governo Aberto publicou o Guia Orientações para Uso de Linguagem Clara.

Usar Linguagem Simples em documentos e comunicados traz benefícios muito concretos para o cidadão e para a máquina pública. Economiza  tempo e dinheiro, agiliza processos, aumenta produtividade e, principalmente, fortalece a confiança no setor público.

O Redes WeGov na perspectiva da organização

O Redes WeGov é um evento anual de Comunicação e Tecnologia no Setor Público que acontece desde 2012. Para quem já acompanha a trajetória do evento, nenhuma novidade. Sempre me lembro da Gabi Tamura, diretora da WeGov, falando como a primeira edição do evento foi um fracasso de sucesso:

”Fracasso, pois não consegui chegar ao objetivo de saber mais sobre como lidar com a comunicação pública digital. Sucesso pois foi a partir de então que começamos a construir nossa comunidade que hoje já conta com quase cinco mil “Social Media Gov” – termo criado por nós da WeGov para nomear estes novos profissionais que surgiram em decorrência da era virtual”.

De lá pra cá o evento foi tomando corpo, ampliando a comunidade e se tornando um dos eventos mais esperados do ano para o setor público. Não é a toa que quando fui incumbida da tarefa de coordenar a 8ª edição do Redes WeGov eu tenha sentido o peso da responsabilidade.

Em 2012, mesmo ano da 1ª edição do evento, eu estava decidindo em qual curso/faculdade ingressar. Comunicação e Setor Público eram temas distantes de mim. Até eu entrar na WeGov, em Agosto de 2017, eu nunca havia tido contato com o Redes e com qualquer integrante da comunidade.

Eu no Redes

Foi somente em 2018, já na 7ª edição do Redes, que eu entendi o que, de fato, o evento era sobre: conexão, cumplicidade e confiança. Os grandes nomes da comunicação no setor público, as dinâmicas de interação, os temas e conteúdos eram o essencial. Mas foi na conexão entre os participantes, na cumplicidade entre os Social Media Govers de compartilhar experiências entre si e na atmosfera de confiança que pairava no ar que eu entendi o quão especial é o Redes WeGov.

Despertar todos esses sentimentos não era tarefa fácil. E, de fato, não foi. Nós sabíamos que 2019 deveria ser uma edição de peso, que todo esse ambiente de confiança precisava ser criado novamente, dadas as circunstâncias da comunicação pública no Brasil.

Redes WeGov conexão
Ana Guerrini, da 99, falando sobre políticas públicas

E posso afirmar, seguramente, de que entregamos a melhor edição do Redes WeGov. O André, diretor da WeGov, brincou que conseguimos falar sobre política, futebol, religião e gênero e continuarmos todos amigos. Mas isso de nada foi uma brincadeira. De fato trouxemos esses temas de uma forma importante e relevante para o debate hoje em dia. Pessoalmente falando, aprendi muito nesses dois dias. Quem diria que no mesmo evento eu ouviria sobre o clube Chapecoense, sobre comunicação feminista, sobre o Papa e sobre as eleições de 2018?! E tudo isso conectado a um mesmo propósito: transformar a comunicação pública brasileira.

Os grandes nomes da comunicação no setor público que palestraram, as dinâmicas interativas, os temas e conteúdos foram extremamente relevantes para facilitar e inspirar o trabalho de comunicadores públicos – e o meu trabalho! – no Brasil. Isso, por si só, já teria tornado deste evento a melhor de suas edições.

Mas foi a conexão entre os participantes com os palestrantes, a cumplicidade entre todos de falar abertamente e a confiança de que todos estavam ali por um objetivo em comum que elevou o Redes WeGov a um nível mais que especial. E que deixou, em mim, uma marca inesquecível.

Obrigada a todos e todas que estiveram conosco, compartilhando essa experiência, nos dias 25 e 26 de abril de 2019, em Florianópolis <3

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Priscilla de Sena
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Emissor, receptor, resistência e persuasão

Você já ouviu alguma história dessas: uma página fez um post que estão todos odiando. Você ouve o rumor, vai lá olhar e pensa “que ideia absurda foi essa?”

Crises desse tipo têm se tornado cada vez mais comuns. Seja em redes sociais de órgãos públicos ou empresas privadas.

Verdade seja dita: o mundo é cruel e a Internet virou palco gratuito de humilhação. Quer seja para o bullying, quer seja para a revogação de direitos, ou para exigir que algo nunca mais aconteça.

Aprendendo com os erros?

Estamos mesmo aprendendo com os erros? E com os erros dos outros?

Passei um ano da minha vida observando crises desse tipo. Acompanhei algumas desde o início até se tornarem matérias de blogs e jornais. E o que eu vi foi um conflito que cresce como bola de neve, mas que inicia com poucas pessoas. No começo, é simples, depois, o poder é da massa.

Enquanto pequeno, trata-se de uma discrepância de dois tipos de pensamento: do emissor e do receptor. Essa diferença converge em resistência à persuasão.

Dentre diversos autores que estudam a recepção, Fransen, Smit e Verlegh (2015) têm uma proposta esclarecedora sobre as reações negativas à publicidade.

1. O receptor sente sua liberdade ameaçada;

Aquele que sente sua liberdade ameaçada – por exemplo, um anúncio de pedido de doação que causa culpa – vai querer preservar sua autonomia muito mais que antes. Por isso ele vai usar estratégias de contestação (os famosos comentários de reclamações) ou de empoderamento (reclamando do post para os amigos).

2. Ele tem medo de ser enganado;

Já o medo de ser enganado é efeito colateral do excesso de publicidade nesse mundo atolado de informação. Quanto mais propagandas o usuário já viu, mais ele reconhece as técnicas utilizadas. Acende-se uma suspeita no receptor que julga o anúncio “manipulador”. Nessas horas, chovem comentários. E cada um se torna uma nova denúncia para os desavisados, que tomam consciência de que aquilo é uma propaganda, mesmo que estivessem dispostos a suspender a descrença.

3. É resistente a mudanças.

Por último, a inércia, é quando o receptor é resistente a mudanças. Se esse for o motivo para as reações negativas, elas aparecem como processamentos enviesados. Geralmente uma distorção da mensagem é apresentada nos comentários. Alguns aspectos são salientados com exagero e o público vê o que quer ver.

Mimimi: Reações negativas à publicidade em redes sociais

Em vez de atirar a primeira pedra, vamos praticar um pouco de empatia com os atores envolvidos?

Priscilla Louzada de Sena é autora do livro Mimimi: reações negativas à publicidade nas redes sociais, disponível na Amazon. Mimimi: Reações negativas à publicidade em redes sociais

Ana Camerano
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Conheça um caso premiado pelo Redes WeGov

No post anterior nós conhecemos melhor sobre o caso Emendas Participativas 2017, do Deputado Federal JHC de Alagoas.
Hoje, nós vamos saber mais sobre o caso #VemProTST. Fizemos algumas perguntas para a Patrícia Resende, Secretária de Comunicação Social no Tribunal Superior do Trabalho, que foi uma das responsáveis pelo projeto e representante no 7º Redes WeGov.
Acompanhe as respostas dela e conheça mais sobre o #VemProTst!

(WeGov) Como surgiu a ideia de criar esse projeto?

(Patrícia) Desde que lançamos o canal do TST no Youtube, tentamos oferecer conteúdos que sejam relevantes para o público que nos acompanha. Um dos temas que estavam em nossa pauta de divulgação em 2017 era o concurso público para servidores do TST.Decidimos aproveitar o certame para produzir vídeos com conteúdo que interessasse aos candidatos, ampliando a audiência do nosso canal.
Em nossas reuniões de planejamento lembramos que mapas mentais são muito utilizados pelos chamados “concurseiros”. Daí tivemos a ideia de fazer os vídeos sobre o Regimento Interno de forma que resultassem nesses mapas. A grande novidade foi fazer um pdf também da cena final (mapa mental), deixando-o disponível na legenda para quem quisesse imprimir e estudar depois.

(WeGov) Qual a dor que esse projeto soluciona?

(Patrícia) O projeto facilitou o estudo de muitas pessoas, que não necessariamente podem pagar por aulas em cursinhos ou por mapas mentais. Além disso, ajudou a divulgar a atuação do TST, uma vez que atribuições e funcionamento estão descritos no Regimento Interno, disciplina abordada no vídeo.

(WeGov) Quais foram os desafios para levar o projeto adiante?

(Patrícia) Tivemos o cuidado de revisar todos os conteúdos com servidores da Comissão de Regimento Interno para evitar erros. Também tivemos que conciliar o projeto com nossas atividades diárias, principalmente no que diz respeito à produção audiovisual, hoje fortemente concentrada na edição de reportagens e programas para a TV Justiça.

(WeGov) O que vocês esperam para o projeto após ganhar o prêmio?

(Patrícia) Pretendemos seguir buscando formas inovadoras de oferecer conteúdo útil no Youtube e outras redes sociais. Há muita gente buscando informação sobre os direitos trabalhistas.

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

WeGov
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O case foi o grande vencedor do Prêmio Redes WeGov

Em um post anterior, comentamos sobre os grandes vencedores do prêmio Redes WeGov. Para conhecermos mais sobre cada um desses cases, convidamos a jornalista Naara Normande, uma das envolvidas no projeto – para nos contar sobre o grande vencedor do prêmio: o projeto Emendas Participativas 2017 do Deputado Federal JHC de Alagoas.

Conheça o Emendas Participativas 2017

Texto escrito por Naara Normande

Aproximar as pessoas e torná-las protagonistas da esfera legislativa federal. Esse foi o grande objetivo do projeto Emendas Participativas, uma plataforma de votação online para que a população de Alagoas decidisse o destino das emendas parlamentares de um Deputado Federal no estado.
O projeto rompeu com os vícios tradicionais da destinação de emendas e colocou a decisão para os cidadãos, afinal, ninguém melhor que as pessoas para decidirem quais as maiores dificuldades enfrentadas nos serviços públicos de suas cidades.
O primeiro desafio foi sensibilizar o parlamentar e a equipe sobre a relevância desse projeto. Essa abertura de espaço para decisão coletiva de R$ 2 milhões envolveu uma mudança no ecossistema e causou estranhamento em muita gente acostumada com as articulações políticas na destinação desses recursos.
O segundo e maior desafio foi fazer com que os alagoanos acreditassem no projeto e entendessem que a quantidade de votos nas áreas (saúde, infraestrutura, esporte e infância), ações e cidades seriam os únicos elementos definidores para a destinação dos recursos.
Em resumo, que o poder estava nas mãos da população e não exclusivamente do político. Há uma enorme descrença no processo político e, por isso, nossa comunicação apostou todas as fichas no Engajamento. Mobilizamos pessoas que poderiam ser agentes multiplicadores em seus grupos (família, amigos, colegas de trabalho) para dizer “Pode confiar. É uma iniciativa séria” e estimulamos que elas replicassem a ideia. Mesmo com tanta incerteza desse meio, 5.135 alagoanos participaram e deram o voto de confiança ao projeto.

Fique por dentro

Acompanhe nossas redes sociais e conheça outros projetos inovadores como este!

Por WeGov

Somos um espaço de aprendizado para fazer acontecer a inovação no setor público.

André Tamura
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Uma listagem necessária para a Comunicação e Inovação

*A lista será atualizado constantemente. Última inclusão, item 6, em 29/01/2018
As equipes de comunicação nas instituições públicas utilizam uma série de recursos para que o trabalho seja melhor e mais produtivo. Desde uma câmera fotógrafica a uma peça gráfica, para o trabalho ser executado é necessário acessar uma série de ferramentas ou recursos.
Para acessar recursos (comprar) existe o mecanismo legal, a pétrea Lei 8.666, que compra canetas da mesma forma que compra softwares. Muitas vezes, especificar a compra é uma tarefa hercúlea.
Para isso, antes de assinar o contrato de compra é criado um Termo de Referência:
O Termo de Referência é um documento no qual uma instituição contratante estabelece os termos pelos quais um serviço deve ser prestado ou um produto deve ser entregue por potenciais contratados.
Os termos de referência precedem a assinatura do contrato e tem com função principal informar potenciais contratados sobre as especificações do serviço ou produto. Quando o contrato é celebrado, o termo de referência se torna parte integrante do contrato.

O desafio da Comunicação

O grande desafio para os profisisonais de comunicação é: como comprar serviços que são vendidos como softwares (SaaS) em instituições que normalmente não estão familiarizadas com este tipo de solução.
Para isso, o termo de referência é um mecanismo útil. Segue uma lista de referência de termos (desculpe o trocadilho).


Lista Termos de Referência – atualizada em 29/01/2018

1 Contratação de empresa para prestação de serviços de monitoramento e suporte à gestão de redes sociais. Tribunal Superior Eleitoral (2017)
2 Contratação de empresa para prestação de serviços de monitoramento, análise e planejamento de estratégias de comunicação em redes sociais, para atender as necessidades da Justiça Eleitoral, especialmente Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e seus dirigentes. Tribunal Superior Eleitoral (2017)
3 Contratação de empresa para prestação de serviços de monitoramento, análise e planejamento de estratégias de comunicação em redes sociais, para atender as necessidades do Ministério da Educação, conforme exigências estabelecidas neste Edital e seus anexos. Ministério da Educação (2012)
4 Contratação de serviços profissionais especializados de monitoramento de presença e elaboração de plano de estratégia de visibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nas mídias sociais. Conselho Nacional do Ministério Público (2011)
5 Termo de Referência Automação de Serviços Públicos. Conselho Nacional do Ministério Público (2011)
6 Edital para Contratação de empresa especializada na prestação de serviços de planejamento, desenvolvimento e execução de soluções de comunicação digital. Prefeitura de São Paulo
7 Edital para Contratação de empresa especializada na prestação de serviços de planejamento, desenvolvimento e execução de soluções de comunicação digital. Prefeitura de São Paulo – Secretaria de Mobilidade e Transporte

Essa lista* só é possível graças ao trabalho da nossa rede! Obrigado!

*A lista será atualizado constantemente. Última inclusão, item 6, em 29/01/2018
Deixe sua sugestão nos comentários. Envie o documento para nós publicarmos aqui.
Aprecie sem moderação. Colabore, compartilhe e aplique em sua instituição.

Por André Tamura

Pai e Marido. Fundador e Diretor Executivo da WeGov. Empreendedor entusiasta da inovação no setor público e das transformações sociais. Estudou Administração de Empresas e Ciências Econômicas. Desde que trabalhou como operário de fábrica no Japão, tem evitado as “linhas de produção”, de produtos, de serviços e de pessoas. Em 2017, foi condecorado com a Medalha do Pacificador do Exército Brasileiro.

Ana Camerano
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Estivemos em Brasília nos dias 05 e 06 de dezembro de 2017.

Estivemos, pela segunda vez, no Ministério da Fazenda ministrando a oficina Social Media Gov, que fez parte do 2º Workshop de Comunicação Digital do Ministério.
Gabriela Tamura e André Tamura, os fundadores da WeGov, facilitaram a oficina que contou com mais de 30 participantes e teve duração de 16 horas.
As atividades foram voltadas ao papel das mídias sociais em governo e como a comunicação digital vem pautando a comunicação dentro de instituições públicas.
A oficina foi estruturada em dez passos, a fim de que o profissional social media gov possa basear sua atuação nas redes:
Passo 1: Introdução e contexto;
Passo 2: Mobilize os gestores;
Passo 3: Planejamento estratégico;
Passo 4: Linha editorial;
Passo 5: Atendimento ao cidadão;
Passo 6: Acompanhe o movimento;
Passo 7: Rede e relacionamento;
Passo 8: Publicar ou não publicar;
Passo 9: Beleza é fundamental;
Passo 10: Prepare-se para sair.
Seguindo esses passos, a oficina percorre uma narrativa onde os participantes têm a possibilidade de co-criar a estragégia de comunicação mais assertiva ao cidadão, passando do planejamento às formas de implementação.
Dentre as questões levantadas na oficina, os facilitadores questionaram como as intituições públicas podem facilitar a experiência digital do cidadão, como alinhar a atuação em redes sociais e canais digitais com outros setores e/ou instituições e como caracterizar as instituições nesses meios.

Comnuicação no Ministério da Fazenda

Durante a oficina, Patricia Mesquita, da Assessoria de Comunicação do Mininstério, apresentou as diretrizes de redes sociais e de comnuicação com a imprensa. O material será divulgado para todas as instituições que fazem parte da “galáxia” fazendária, entre elas, a Receita Federal e a Previdência.
Oficina Social Media Gov, para a Escola de Adminstração Fazendária.


Encontro marcado

Quer saber mais sobre comunicação digital no setor público? O 7º Redes eGov, melhor evento do tema no Brasil, já tem data para acontecer! Marque na sua agenda: 19 e 20 de abril de 2017.
Em breve mais informações

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

Cassiane Vilvert
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Entenda por que você deve dar importância a ela.

A Comunicação Interna é um processo importante, que permeia todas as esferas de uma organização, seja no setor público ou privado.
Porém, em muitas instituições – principalmente públicas – o foco principal ainda mantém-se apenas na comunicação com o público externo: cidadãos, imprensa e demais instituições. O reflexo disso, é que o diálogo com o público interno – no caso os servidores – permanece na lista de “coisas para melhorar quando for possível”.
Por consequência, a Comunicação Interna no setor público pode ser encarada em muitos casos como uma atividade complexa, que não é prioritária, ou até apresentada como um desafio à ser vencido.

Por que pensar em melhorar a Comunicação Interna no Setor Público?

Anualmente o estudo State of Sector, realizado pela GateHouse Consulting, mostra a profunda relação que a Comunicação Interna têm com engajamento dos funcionários, sua produtividade, e a entrega de resultados para as empresas.
Essa mesma lógica pode ser aplicada às organizações públicas, no sentido de que servidores mais engajados aos objetivos institucionais prestam um serviço de melhor qualidade aos cidadãos e, consequentemente, agregam mais valor à sociedade. Por isso, a Comunicação Interna no setor público torna-se imprescindível.
Além de aumentar o engajamento dos servidores para melhorar a qualidade dos serviços, uma boa Comunicação Interna no setor público ainda traz benefícios como:

  • Melhorar o clima e fortalecer traços positivos de cultura organizacional;
  • Alinhar e reforçar missão e valores da instituição;
  • Manter viva a memória e a história da organização juntos aos servidores;
  • Reconhecer e estimular bons comportamentos dos servidores aumentando sua motivação;
  • Centralizar e disseminar informações relevantes ao dia a dia do servidor;
  • Abrir espaço para incentivar a colaboração e inovação no setor público;

 
Os motivos listados acima são exemplos de como a Comunicação Interna pode influenciar positivamente o trabalho. Porém, independente da natureza (pública ou privada) e do porte (pequena, média ou grande), toda organização pode melhorar a sua Comunicação com os colaboradores, servidores e demais funcionários.
Pensando nisso, recentemente, escrevi para o blog Cultura Colaborativa um artigo contendo 101 dicas para construir uma Comunicação Interna eficiente (que você pode conferir aqui). Dentre elas, separei 5 que acredito serem principais para que a Comunicação Interna funcione bem principalmente na esfera pública.

5 Dicas para melhorar a Comunicação Interna no Setor público

#1 Tenha um Planejamento de Comunicação Interna

Muitas vezes a Comunicação Interna é acionada em organizações apenas em cenários onde uma crise interna está para se instalar, ou quando algumas conversas sobre determinado tema e rumores já estão começando a aparecer nos corredores – e esse tipo de ruído é prejudicial para qualquer instituição.
Por isso, é importante ter um Planejamento da Comunicação Interna e procurar mapear com o mínimo de antecedência quais assuntos estarão em pauta e precisarão ser comunicados internamente aos servidores.
Para criar esse planejamento, entenda profundamente os processos da instituição e seus serviços prestados, pense nas datas sazonais que precisam ser comunicadas, datas comemorativas pertinentes e coloque tudo em um calendário. Este controle ajudará a Comunicação Interna a ter mais organização e consistência.

#2 Envolva pessoas chaves na Comunicação Interna

Envolver pessoas chaves, lideranças e a alta diretoria na Comunicação Interna cria mais credibilidade das informações divulgadas junto aos servidores – o que aumenta também o engajamento.
Além disso, faz com que o trabalho torne-se menos oneroso em termos de mão de obra e tempo. Criar um Comitê ou dividir a responsabilidade entre departamentos podem ser boas opções, por exemplo.
Envolver pessoas chaves na Comunicação Interna do setor público também ajuda a enfatizar e contextualizar ao servidor o significado e a importância de suas atividades, decisões e comportamentos. (Com relação à este tema recomendo a leitura sobre nugdes postada aqui no blog).

#3 Pense nos canais de Comunicação Interna

O conteúdo da mensagem passada aos servidores deve ser uma preocupação essencial. Porém, os canais por onde esse conteúdo circula fazem toda a diferença no alcance e na retenção das informações. (Para ler mais artigos sobre a importância do alcance na Comunicação Interna, recomendo a leitura da edição nº22 da Revista digital Cultura Colaborativa, disponível aqui).
Mas, como identificar o melhor canal? Primeiro, você pode comprar prós e contras, se houver necessidade de escolher uma ferramenta para começar esse trabalho na organização. Ou, pode mapear os canais já existentes, por meio de uma matriz, para identificar qual é o mais efetivo na hora de falar com o público interno.
Pensar em ter um canal de Comunicação que, além de repassar informações para os servidores, permita que estes sejam ouvidos e deem sua opinião, também pode trazer muitos resultados positivos.

#4 Esteja atento às novidades na área

Estar atento à novas metodologias, ferramentas, e técnicas ajuda a área ou responsável pela Comunicação Interna a ficar próxima do público – além de contribuir para tornar o trabalho mais ágil e dinâmico. Por isso, trocar experiências, fazer benchmarks e estar atento à tendências também é importante.
Patricia Garcia, facilitadora na WeGov, já mencionou neste texto como o governo pode se apropriar de práticas mais digitais para a sua Comunicação, por exemplo.

#5 Mensure o que puder da Comunicação Interna

“Melhorar” a Comunicação pode ser algo vago se pensamos apenas em implementar ações ou ferramentas sem saber quais iniciativas, de fato, já são efetivas ou quais deixam à desejar.
Neste sentido, a definição de objetivos, indicadores e métricas para Comunicação Interna faz toda a diferença. Afinal, como melhorar algo se não sabemos o quanto está ruim e nem que objetivos e metas queremos atingir?
Os indicadores e métricas podem estar ligados diretamente aos canais utilizados (como número de visualizações e respostas à determinada informação) ou ao impacto que esta informação gerou (depois que campanha “a” foi feita tivemos resultado “x”, por exemplo).

Conclusão

A Comunicação Interna é um processo contínuo dentro das instituições e que, periodicamente, pede revisões, melhorias e ajustes. Espero que as dicas contidas neste post ajudem a sua organização a ter um maior engajamento dos servidores e uma troca de informações mais fluída.
Se você deseja se aprofundar ainda mais em Comunicação Interna e receber mais dicas, recomendo também realizar este diagnóstico online gratuito – ele leva menos de 5 minutos e pode te dar insights mais específicos.
Não deixe também de entrar em contato conosco para levar a nossa oficina Comunicação Interna para dentro da sua instituição!

Ana Camerano
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A palestra fez parte do Curso de Comunicação Integrada para dirigentes do Ministério da Fazenda.

A Escola de Administração Fazendária e a Assessoria de Comunicação do Ministério da Fazenda ofereceram o Curso de Capacitação em Comunicação para os dirigentes Ministério da Fazenda, que estreou no dia 01 de Setembro e tem duração prevista de um mês.
Planejamento, transparência, estratégia e diálogo foram as premissas que pautaram o curso e que trouxe o foco para escutar, dialogar e prestar contas como máximas da comunicação no contexto das instituições públicas.
Com o objetivo de promover a comunicação integrada dentro do Ministério, o curso foi composto por 4 módulos alternados, os quais emergiram em diversos temas relacionados a comunicação pública.

Social Media Gov

Dentre todos, o módulo III tratou acerca do tema das ”redes sociais como instrumento estratégico” e teve como base 4 pilares:
As redes sociais institucionais e a importância do foco no cidadão;
Os pilares da comunicação nas redes: objetivo, público-alvo, posicionamento, estratégia, produção de conteúdo, relacionamento, monitoramento;
Cases positivos;
Apresentação das Redes Sociais do Ministério da Fazenda.
Os diretores da WeGov, André Tamura e Gabriela Tamura, apresentaram os tópicos elencados por meio da palestra Social Media Gov e debateram o tema das redes sociais e seu protagonismo na comunicação com os líderes fazendários.

Os conteúdos editoriais precisam caminhar em sintonia com as propostas da instuição, mas fazendo uso de uma linguagem leve e humanizada. As pessoas precisam enxergar a legitimidade no conteúdo que está sendo publicado para que ela possa interagir com a instituição.

Dentre os tópicos ministrados na palestra, discutiu-se bastante o papel das redes sociais em instituições públicas em prol da interação com o cidadão; a importância de se ter uma linha editorial de conteúdo pautada em um planejamento estratégico; e ferramentas que auxiliam na hora de se comunicar visualmente.


Mais Informações

Quer conhecer os serviços oferecidos pela WeGov? Entre em contato e encontre qual se aplica melhor a sua instituição!

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

WeGov
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Algumas dicas para aproveitar o potencial da comunicação digital

No ambiente competitivo atual, empresas sabem que alcance e engajamento podem criar ou quebrar seus negócios e direcioná-las para os resultados que precisam. Mas no governo, o foco em melhorar essas áreas não tem sido tão enfatizado. Muitas vezes, o governo é o único fornecedor de um serviço particular, e as ferramentas de suporte, alcance e comunicação não foram otimizadas para atender as necessidades de clientes cada vez mais experientes em tecnologia e no uso de celular.
Algumas vezes, quando tecnologias digitais não são otimizadas e cidadãos não são engajados, ou não estão cientes de informações ou programas governamentais, os resultados da missão não são atingidos. No setor público, falhar em atingir esses resultados pode ser drástico – pode ser que crianças não recebam seus almoços na escola, idosos não recebam vacinas para a gripe ou licenças de todos os tipos não sejam renovadas a tempo.

No entanto, com a voz dos cidadãos sendo mais ouvida pelas mídias sociais e tecnologias online, as coisas tem começado a mudar. Estratégias de comunicação digital para o setor público estão evoluindo para ajudar organizações a se conectarem melhor com cidadãos e promover seus conteúdos.

Embora nós tenhamos mais do que nunca ferramentas para facilitar isso – de automação de e-mails a teste A/B para segmentar audiências – ainda há espaço para compartilhar e aprender melhores práticas para comunicação digital (e a WeGov contribui para isso, dá uma olhada aqui).
Em uma pesquisa feita para o GovLoop pela agência Granicus, com 179 entrevistados do setor público, há muitas razões para governos se sentirem otimistas em relação ao futuro, quando se fala de comunicação digital. Mas como falado anteriormente, os resultados do questionário mostram que muitos agentes públicos não sentem que sua comunicação digital e alcance são tão sofisticados quanto poderiam ser.
De acordo com as descobertas do questionário, governos encontram diversos desafios importantes em alcance digital e comunicação: falta de orçamento, falta de pessoas ou competências, e a não adesão da liderança. Ainda, 61% dos entrevistados disse que não existe um time de comunicação digital ou ele é muito pequeno.
“Nossa equipe é pequena ou muito ocupada, e nós temos apenas duas pessoas focadas em objetivos de comunicação”, escreveu um entrevistado. “Todos os três problemas – liderança, equipe e recursos – são um problema pra gente. Falta estratégia”, escreveu outro. “Há uma falta de reconhecimento generalizada da importância da comunicação digital”, acrescentou outro. Tecnologia, quando usada de maneira efetiva, pode ajudar governos a superar cada um desses desafios para conseguir uma comunicação digital excelente – e os desafios estão atrelados um ao outro.
Recursos adicionais e equipe nem sempre estão sob controle do governo, sendo que alguns departamentos são muito pequenos, mas há passos específicos que podem reduzir a necessidade para esses recursos enquanto mantém – ou até mesmo aumentam – produtividade. Quando você é capaz de provar com dados que você aumentou produtividade e alcance, você conseguirá mais facilmente convencer líderes a dar suporte a outras estratégias e investimentos.

Desafios x Tecnologia Disponível

Os desafios são reais e persistentes entre diferentes esferas de governo, não importa aonde você vá. Mas com a tecnologia disponível hoje, e uma abordagem estratégica inteligente, governos podem usar uma variedade de estratégias para endereçar esses desafios de alcance digital e de comunicação.
Automação Automação tem se tornado mais comum no marketing do setor privado, já que softwares tem a capacidade de lidar com segmentação e campanhas de marketing. No entanto, pode ser muito útil também para o setor público. A automação permitiu que o governo de um Bairro do Condado de Wrexham, no País de Gales, parasse de gastar um dia inteiro enviando e-mails para apenas duas horas, por exemplo.
Corte o custo do papel Com a quantidade de relatórios, pautas, e atas de reunião que organizações governamentais produzem, é comum gastar uma porção significativa do orçamento em impressões e na gestão de documentos de papel. Ao cortar estes gastos, instituições podem salvar recursos valiosos. Um exemplo local é o da Startup 1Doc, que já colaborou para que as instituições que adotaram sua solução economizassem mais de 2.000.000 de impressões, além de promover melhorias na comunicação interna.
Use Campanhas integradas Campanhas integradas permitem que instituições compartilhem suas histórias, missão, programas e recursos de maneira eficiente e com escalabilidade e agilidade. Elas são amigáveis e intuitivas a comunicadores de qualquer nível. Os benefícios de campanhas integradas dentro de uma plataforma de Comunicação Unificada incluem a habilidade de incorporar novas audiências, promover programas e serviços de maneira cruzada com instituições similares, e reengajar audiências inativas.
Potencialização de APIs Com avanços na tecnologia, especialmente com ‘Interface de Programação de Aplicação’ (APIs), a habilidade de manter sistemas de gestão de relacionamento financeiro ou com cidadãos é mais fácil do que nunca. APIs trazem informação personalizada e então enviam mensagens transacionais aos destinatários pretendidos, e ainda podem atualizar cidadãos sobre informações importantes como novas leis. Transações com organizações governamentais que foram geradas por comunicação baseada em papel podem mudar para um processo completamente eletrônico, economizando tempo, dinheiro e recursos.
Teste A/B 60% dos entrevistados responderam que não usam ‘Teste A/B’ (comparação de duas versões de um e-mail para ver qual tem melhor desempenho). Por não usar teste A/B, estão deixando de lado uma estratégia valiosa que não requer estratégia de expert ou recursos extras. Testes A/B permitem comparações lado a lado, de maneira que instituições possam otimizar conteúdo e maximizar o impacto. Com o teste A/B, você pode testar muitas variáveis, incluindo título, conteúdo das mensagens, imagens/vídeos, comprimento da mensagem, formato e botões, para ver o que tem melhor engajamento com a sua audiência.
Estratégia de Captura Uma estratégia de captura refere-se a métodos e estratégias com os quais você consegue assinantes e faz crescer o número de pessoas recebendo suas comunicações. Crescer a audiência da sua instituição é mais fácil do que parece, mas 37% dos entrevistados disseram que eles não tem nenhuma estratégia de captura. Algumas maneiras chave de fazer isso são: ‘telas de sobreposição’, campanhas de mensagens de texto e engajamento com seguidores passivos em mídias sociais. Essas técnicas pouco usadas permitem que a instituição amplie seu alcance com recursos que estão dentro de suas possibilidades.
Dados e métricas Dados são os melhores amigos de um comunicador. Permite grande visibilidade em quanto a sua mensagem afeta seu público-alvo. Auxilia no entendimento de assuntos interessam sua audiência, que técnicas são mais efetivas em gerar resposta e, mais importante, que elementos da sua estratégia de comunicação geram maior engajamento. Potencialize os dados que sua instituição reúne dos relatórios de comunicação, métricas do site e questionários, analisando-os e permitindo que incentivem ação e tomada de decisões.


Aprimorando a Comunicação Digital da sua instituição

Há 6 anos, a WeGov abre espaço e compartilha melhores práticas de Comunicação Digital para o setor público, por meio do evento Redes-eGov. Este ano, teremos uma edição especial que inaugura um novo formato para o evento, agora contemplando oficinas.
Para abordar o tema da automação na comunicação, convidamos Pedro Burgos para o Redes-eGov | Edição Especial BSB, dia 10 de Novembro, com a palestra ‘Produtos Digitais para Comunicação do Futuro: A automação e os robôs como aliados’. Você pode ver a programação completa e se inscrever aqui.

Esperamos você lá!

Texto escrito por Courtney Belme, para o site GovLoop. Adaptado e traduzido pela WeGov.

Por WeGov

Somos um espaço de aprendizado para fazer acontecer a inovação no setor público.

Ana Camerano
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André Tamura escreveu sobre Comunicação Interna na Revista da SocialBase

Nosso Diretor-Executivo, André Tamura, escreveu para a nova edição da Revista Cultura Colaborativa, da SocialBase.
Especialista em comunicação no setor público, André falou sobre qual é o papel da Comunicação Interna dentro das organizações públicas.

Não existe um concurso público para “Comunicação Interna”, nem mesmo um cargo de “Comunicador Interno”, e mesmo assim esse trabalho é executado nas instituições.


André evidencia que a colaboração e a co-criação são mecanismos importantes na superação dos desafios de Comunicação Interna no setor público.

Quando se cria uma cultura de colaboração, desenvolve-se uma competência fundamental – mas que também é um desafio: envolver com eficiência múltiplos atores e expectativas.

Não deixe de conferir o artigo na íntegra!


Mais Informações

Para saber mais sobre comunicação no setor público, acesse nosso blog e encontre conteúdos exclusivos!

Por Ana Camerano

Ana é formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou no 3º setor como diretora de projetos sociais na cidade de Florianópolis. Tem experiência de voluntariado e estágio em países da América Latina e acredita que temos muito a aprender com os nossos vizinhos. Responsável por parcerias e relacionamento com o cliente, encontrou na WeGov uma maneira de impactar positivamente a sociedade através da co-produção e colaboração no setor público.

André Tamura
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Uma listagem necessária

As equipes de comunicação nas instituições públicas utilizam uma série de recursos para que o trabalho seja melhor e mais produtivo. Desde uma câmera fotógrafica a uma peça gráfica, para o trabalho ser executado é necessário acessar uma série de ferramentas ou recursos.
Para acessar recursos (comprar) existe o mecanismo legal, a pétrea Lei 8.666, que compra canetas da mesma forma que compra softwares. Muitas vezes, especificar a compra é uma tarefa hercúlea.
Para isso, antes de assinar o contrato de compra é criado um Termo de Referência:
O Termo de Referência é um documento no qual uma instituição contratante estabelece os termos pelos quais um serviço deve ser prestado ou um produto deve ser entregue por potenciais contratados.
Os termos de referência precedem a assinatura do contrato e tem com função principal informar potenciais contratados sobre as especificações do serviço ou produto. Quando o contrato é celebrado, o termo de referência se torna parte integrante do contrato.

O desafio da Comunicação

O grande desafio para os profisisonais de comunicação é: como comprar serviços que são vendidos como softwares (SaaS) em instituições que normalmente não estão familiarizadas com este tipo de solução.
Para isso, o termo de referência é um mecanismo útil. Segue uma lista de referência de termos (desculpe o trocadilho).


Lista Termos de Referência – atualizada em 17/05/2017

1 Contratação de empresa para prestação de serviços de monitoramento e suporte à gestão de redes sociais. Tribunal Superior Eleitoral (2017)
2 Contratação de empresa para prestação de serviços de monitoramento, análise e planejamento de estratégias de comunicação em redes sociais, para atender as necessidades da Justiça Eleitoral, especialmente Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e seus dirigentes. Tribunal Superior Eleitoral (2017)
3 Contratação de empresa para prestação de serviços de monitoramento, análise e planejamento de estratégias de comunicação em redes sociais, para atender as necessidades do Ministério da Educação, conforme exigências estabelecidas neste Edital e seus anexos. Ministério da Educação (2012)
4 Contratação de serviços profissionais especializados de monitoramento de presença e elaboração de plano de estratégia de visibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nas mídias sociais. Conselho Nacional do Ministério Público (2011)
5 Termo de Referência Automação de Serviços Públicos. Conselho Nacional do Ministério Público (2011)
A lista será atualizado constantemente.

Essa lista só é possível graças ao trabalho da nossa rede! Obrigado!

Deixe sua sugestão nos comentários. Envie o documento para nós publicarmos aqui.
Aprecie sem moderação. Colabore, compartilhe e aplique em sua instituição.

Por André Tamura

Pai e Marido. Fundador e Diretor Executivo da WeGov. Empreendedor entusiasta da inovação no setor público e das transformações sociais. Estudou Administração de Empresas e Ciências Econômicas. Desde que trabalhou como operário de fábrica no Japão, tem evitado as “linhas de produção”, de produtos, de serviços e de pessoas. Em 2017, foi condecorado com a Medalha do Pacificador do Exército Brasileiro.

Lincon Shigaki
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Aconteceu em Florianópolis nos dias 06 e 07 de junho de 2017

A WeGov realizou nos dias 06 e 07 de julho em Florianópolis, a oficina Social Media Gov. As atividades foram construídas para uma profunda reflexão sobre o papel das mídias sociais nas instituições públicas. A sua estrutura, dividida em 10 passos, permite que o profissional social media gov estruture a sua atuação nas mídias sociais.
Alvaro Borba foi o convidado especial para compartilhar com a turma seus conhecimentos e a experiências de anos de trabalho na Prefeitura de Curitiba (Prefs).

Rede: Oficina Social Media Gov

Participaram da oficina representantes das seguintes instituições:
Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO); Ministério da Fazenda; Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS), Câmara Municipal de Chapecó; Banco Naciona de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Tribunal Regional Federal da 5° Região (TRF-5). Além destas, as instituições do Programa HubGov 2017 também participaram desta agenda.

Social Media Gov

A forma de interação entre instituições com o cidadão tem se transformado radicalmente nos últimos anos. Um dos fatores é a presença das instituições na mídias sociais, plataforma onde ocorrem debates sobre as mais variadas temáticas da sociedade.
Nesse sentido, a oficina percorre uma narrativa, onde os participantes constroem a estratégia de posicionamento da instituição para o cidadão. A cada módulo, os participantes criam uma etapa do planejamento e se preparam para operacionalizar as redes da instituição com consistência.
Passo 1: Introdução
Produto: Apresentação sobre o contexto das redes sociais nas instituições públicas
Passo 2: Mobilize os gestores sobre a importância das redes sociais
Produto: Pitch de convencimento
Passo 3: Elabore um planejamento estratégico
Produto: Planejamento estratégico
Passo 4: Crie uma linha editorial alinhada com os propósitos da instituição
Produto: Linha editorial
Passo 5: Atendimento ao cidadão
Produto: Ferramenta de atendimento ao cidadão
Passo 6: Acompanhe o movimento da rede e meça o desempenho do seu trabalho
Produto: Caixa de ferramentas
Passo 7: Defina a rede social ideal para cada tipo de relacionamento com o cidadão
Produto: Manual básico de redes sociais para a instituição
Passo 8: Decida publicar ou não publicar?
Produto: Fluxo de decisão com indicadores
Passo 9: Beleza é fundamental
Produto: Peças criativas
Produto 10: Pratique o desapego, prepare-se para sair!
Produto: Registro das redes


MAIS INFORMAÇÕES

Gostou dessa oficina? Para saber sobre as próximas atividades, assine a nossa Newsletter. Para solicitação de proposta, entre em contato conosco.
Fotos: Flickr da WeGov.
Oficina Social Media Gov

Por Lincon Shigaki

Lincon é Facilitador de Aprendizado da WeGov. Formado em Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou com consultoria em gestão no Movimento Empresa Júnior, onde foi Presidente da Ação Júnior e da Fejesc. Acredita que podemos viver em um país melhor, e não consegue se ver fora do processo de transformação dessa realidade.

Fabrício Espíndola
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O significado da comunicação pública de qualidade

O que é preciso para que o responsável pela comunicação pública de um governo, ou de qualquer órgão público, abandone o mais do mesmo, as notícias prontas e as matérias de promoção política, e pense em algo que influencie diretamente a vida de um cidadão, que seja em seu município?
As respostas podem ser diversas, as justificativas também. Fazer a diferença, muitas vezes, requer recursos financeiros e, quem trabalha em Prefeitura sabe exatamente a situação atual dos combalidos cofres públicos municipais. Aí vem educação, saúde, obras, agricultura, social, tudo a frente de qualquer ideia de comunicação que não seja pragmática. Investimentos viáveis acabam sendo apenas em algo que possa, digamos, ser tocado.
Mas aí você sai de um evento espetacular como foi o 6º Redes eGov, e se vê tomado por uma dúvida da qualidade do seu serviço prestado. Já que é preciso fazer mais. É preciso fazer mais pela população. Comunicação no setor público não é apenas noticiar o que seus gestores estão fazendo. É facilitar o dia a dia do cidadão. Mostrar-lhe caminhos que vão melhorar a sua vida. E, nesse ponto, eu confesso. Estava pecando.
Indagava a Prefs, fiz isso no encontro, sobre sua forma de se expressar nas redes sociais que era um sucesso. Um grande case, mas que não levou seu Prefeito ao segundo turno das eleições na cidade. As explicações me pareceram muito boas. E aquilo também me marcou. Porque o serviço da equipe de comunicação da Prefs estava sendo prestado. Muito bem prestado, aliás, Não havia desinformação. Havia sim espírito público fortíssimo em cada arte, em cada capivara…
Se politicamente não foi aproveitado, culpa de quem não soube fazer a captação depois disso tudo.

Dois sentimentos e uma crise

Voltei pra minha cidade, Sombrio, extremo sul de Santa Catarina, 28 mil habitantes, com dois sentimentos: orgulho e preocupação. Orgulho por ter estado entre grandes feras de todo o país. E preocupação de fazer mais. Comecei a elaborar projetos e, todos eles, novamente, travando na capacidade financeira. Mas eles estão aqui, guardados para assim que possível serem tirados da gaveta. Especialmente os que envolvem tecnologia.
Pois aí veio, de uma forma muito ruim e trágica a luz para fazer algo: uma série de suicídios, três, em quatro dias, sendo um deles um colega de trabalho de Prefeitura. Algo estava errado. Procurei o Serviço de Saúde Mental de Sombrio. O alerta se acendeu, era diário o aumento na procura por tratamentos psiquiátricos e psicológicos e o índice de tentativa de suicídio.
Aí estava algo que eu poderia fazer. Uma campanha sobre esse assunto. Uma pesquisa para ver tudo o que era feito nesse sentido, não gostei de nada. Sempre silhuetas sombrias e o assunto suicídio ganhando mais espaço que a superação. Busquei fazer diferente. E fiz, ou melhor, fizemos.

Viver vale a pena

Com uma parceria espetacular realizada com a Ápice 360, do meu amigo Lucas Borges, criamos um modelo de campanha extremamente feliz. Pra cima. Viver Vale a pena. Esse é o nome dela. Um vídeo, uma série de Gifs e artes para as redes sociais e algumas impressões e publicações na mídia comum também, para que a campanha se espalhasse ainda mais forte. Os personagens? Pessoas que passaram ou passam por tratamento e, das quatro, três que tentaram o suicídio, e que valorizam a vida atualmente a ponto de dar depoimentos emocionantes e marcantes, que tocam as emoções das pessoas.

Que resultado!

Não faço análise profunda de dados, não tenho equipe para isso e também não sei fazer direito, ainda. Dentro das nossas expectativas e monitoramento, os resultados que tivemos em poucos dias – sem investimento para impulsionar no Facebook – foram espetaculares. Os números da página a serem analisados, e aí convido a você, que lê esta postagem para comentar, são esses:
6.883 fãs na página de Prefeitura de uma cidade 28 mil habitantes, com extrema divisão política daquelas que ninguém do partido A dá o braço a torcer por algo feito pelo partido B, inclusive nas publicações.
O vídeo, peça principal da campanha já obteve, desde sexta-feira, 23 de Junho às 9h20, até esta segunda-feira, 26 de junho, 10h35, horário em que escrevi este texto, seis mil visualizações. A publicação atingiu 19.874 pessoas. Foram 256 compartilhamentos, 155 reações e 29 comentários.
Aqui, de acordo com a minha realidade e contexto, comemoro muito estes números. Mas comemoro algo mais especial. Com dois dias úteis de campanha, comemoro que já atingimos verdadeiramente uma pessoa. Sim, uma. Ela procurou nossas unidades de saúde por causa da campanha, e comentou sobre seus pensamentos de tirar a própria vida, mas pode perceber através no nosso trabalho que, Viver Vale a Pena!